SINOPSE
EXCERTOS
« Segundo a tradição da gente japonesa, Darumá, o grande apóstolo indiano do Budismo, veio à China aí pelo começo do século VI da nossa era cristã, e em terras chinesas pregou em honra da verdade, iluminando o espírito dos povos. « Consta que, por voluntária desistência das efémeras alegrias terreais, Darumá votou-se a passar a vida de joelhos sobre o solo pedregoso, absorto em contemplações místicas, sem mesmo permitir-se o simples regalo de dormir. (...) « Consta mais que, em certa noite, as pálpebras se lhe cerraram de fadiga, e o bom Darumá deixou-se adormecer, para só acordar pela manhã. Então, pedindo a alguém uma tesoura ou instrumento parecido, cortou a si próprio as pálpebras indignas e arremessou-as ao solo, num gesto de despeito... As pálpebras, por milagre, enraizaram, dando nascença a um gracioso arbusto nunca visto, que medrou mui de pronto e cujas folhas, tratadas de infusão pela água quente, foram um remédio precioso contra o sono e contra o cansaço das vigílias. Estava conhecido o chá; tem pois na China a sua origem, e é coisa santa, como se acaba de provar.» O CULTO DO CHÁ, Wenceslau de Moraes, Relógio d'Água, pp. 11, 12.
« Segundo a tradição da gente japonesa, Darumá, o grande apóstolo indiano do Budismo, veio à China aí pelo começo do século VI da nossa era cristã, e em terras chinesas pregou em honra da verdade, iluminando o espírito dos povos. « Consta que, por voluntária desistência das efémeras alegrias terreais, Darumá votou-se a passar a vida de joelhos sobre o solo pedregoso, absorto em contemplações místicas, sem mesmo permitir-se o simples regalo de dormir. (...) « Consta mais que, em certa noite, as pálpebras se lhe cerraram de fadiga, e o bom Darumá deixou-se adormecer, para só acordar pela manhã. Então, pedindo a alguém uma tesoura ou instrumento parecido, cortou a si próprio as pálpebras indignas e arremessou-as ao solo, num gesto de despeito... As pálpebras, por milagre, enraizaram, dando nascença a um gracioso arbusto nunca visto, que medrou mui de pronto e cujas folhas, tratadas de infusão pela água quente, foram um remédio precioso contra o sono e contra o cansaço das vigílias. Estava conhecido o chá; tem pois na China a sua origem, e é coisa santa, como se acaba de provar.» O CULTO DO CHÁ, Wenceslau de Moraes, Relógio d'Água, pp. 11, 12.
DETALHES
| Propriedade | Descrição |
|---|---|
| ISBN: | 9789726994008 |
| Editor: | Vega |
| Data de Lançamento: | abril de 1996 |
| Idioma: | Português |
| Dimensões: | 150 x 230 x 20 mm |
| Encadernação: | Capa dura |
| Páginas: | 54 |
| Tipo de produto: | Livro |
| Coleção: | Mnesis |
| Classificação Temática: |
Livros em Português
>
Ciências Sociais e Humanas
>
Antropologia
|
| EAN: | 9789726994008 |
| Idade Mínima Recomendada: | Não aplicável |
QUEM COMPROU TAMBÉM COMPROU
-
Trás-os-Tempos10%Lema d`Origem13,00€ 10% CARTÃO
-
A Cidade Antiga10%Clássica Editora19,50€ 10% CARTÃOportes grátis