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O Cortiço

de Aluísio Azevedo
Editor: Glaciar, setembro de 2015 ‧
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Escrito num período de profundas transformações na paisagem urbana do Rio de Janeiro, captadas com o registo cru do naturalismo, que rejeitava qualquer forma de idealização do real, O Cortiço é o romance mais exemplar da estética realista-naturalista. Nele pode-se perceber com clareza a visão que os naturalistas tinham das reações sociais no desejo de enriquecimento que toma João Romão, a personagem principal. Um livro imprescindível em qualquer biblioteca clássica brasileira.

O Cortiço

de Aluísio Azevedo

Propriedade Descrição
ISBN: 9789898776242
Editor: Glaciar
Data de Lançamento: setembro de 2015
Idioma: Português
Dimensões: 173 x 241 x 28 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 360
Tipo de produto: Livro
Coleção: Biblioteca da Academia
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Romance
EAN: 9789898776242

SOBRE O AUTOR

Aluísio Azevedo

Aluísio Tancredo Gonçalves Azevedo nasceu em São Luís do Maranhão, no dia 14 de abril de 1857, filho do português David Gonçalves de Azevedo e de Emília Amália Pinto de Magalhães. Era o segundo filho do casal, nascendo depois do mais velho, Artur Azevedo, e antes de Américo Azevedo. Aluísio Azevedo fez seus primeiros estudos de pintura com o professor italiano Domingos Tribuzzi na cidade natal. Alimentava o sonho de prosseguir a formação na Academia Imperial de Belas Artes, para tornar-se pintor profissional. Em 1876 mudou-se para o Rio de Janeiro, a fim de frequentar o curso preparatório, mas viu esse sonho frustrado por falta de recursos financeiros. Passou a trabalhar na redação de periódicos humorísticos, tais como O Fígaro (1876), Mequetrefe (1877) e Comédia Popular (1878) para os quais realizou várias caricaturas. A morte do pai, em 1878, obrigou o jovem Aluísio a retornar para o lado da mãe, em São Luís do Maranhão. Permaneceu na província por três anos, participando da imprensa local. Lançou a folha O Pensador, de tendência nitidamente oposicionista, na qual fez fervorosa campanha anticlerical e redigiu matérias a favor da abolição da escravatura. Sua estreia como romancista ocorreu nessa fase ao escrever o livro Uma lágrima de Mulher (1879), a que se seguiu o lançamento de O Mulato (1880), cuja repercussão na cidade o conduziu de volta à corte, em 1881. Estando novamente no Rio de Janeiro, procurou ganhar a vida como escritor profissional. Redigiu contos, crônicas, peças de teatro e romances que divulgou em forma de folhetins nos órgãos da imprensa. Apesar da fertilidade criativa, a veia do romancista ganhou força para alçar voos mais elevados a partir dos bons resultados que os livros Casa de Pensão (1884), O Homem (1887) e, sobretudo, O Cortiço (1890) obtiveram ao enfrentarem debates importantes da vida social brasileira daquela época.

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