O Coração Não Envelhece

de Marie de Hennezel
Editor: Casa das Letras, fevereiro de 2011 ‧
Envelhecer amedronta-nos. A nossa sociedade dá-nos uma imagem desastrosa da velhice. No entanto, este envelhecimento inevitável pode não nos condenar à solidão, ao sofrimento, à perda ou mesmo à dependência. Se é verdade que todos envelhecemos, também é verdade que podemos decidir não nos tornarmos «velhos». Esta é a mensagem que Marie de Hennezel nos transmite, e ensina, neste livro.
E como poderemos envelhecer sem ser velho? Graças ao coração, ou seja, à nossa capacidade de amar e desejar. É o coração que nos pode ajudar a superar os nossos medos e apoiar-nos no seio das piores agruras da velhice.
Marie de Hennezel orienta-nos no sentido de uma verdadeira «arte de envelhecer». Baseada em vários testemunhos recolhidos não só da sua experiência clínica mas também com a sua grande amiga - a Irmã Emmanuelle - ela revela-nos o quão profundo e intenso pode ser este momento da nossa vida, como podemos conviver com os desgostos e desfrutar as alegrias que a velhice nos traz.

O Coração Não Envelhece

de Marie de Hennezel

Propriedade Descrição
ISBN: 9789724620077
Editor: Casa das Letras
Data de Lançamento: fevereiro de 2011
Idioma: Português
Dimensões: 152 x 236 x 14 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 214
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Ciências Sociais e Humanas > Psicologia
EAN: 9789724620077

SOBRE O AUTOR

Marie de Hennezel

Marie de Hennezel nasceu em 1946, é casada e mãe de três filhos. Estudou Psicologia Clínica e Psicanálise Jungiana, tendo iniciado a vida profissional no acompanhamento a mulheres emocionalmente perturbadas, designadamente casos de psicose avançada.
Trabalha, desde 1987, na primeira Unidade de Cuidados Paliativos para doentes terminais (cancro e sida), em Paris. Pratica a haptonomia, a ciência de curar pela afectividade, defendendo a necessidade do contacto físico com os doentes. Fundou, em 1990, a Associação Bernard Dutant - Sida, em memória de um amigo que faleceu com essa doença.
Além de Morrer de Olhos Abertos, que contou com a colaboração de Nadège Amar, merecem ainda referência Diálogo com a Morte, A Arte de Morrer e Nós não nos Despedimos, obras onde se relata a importante experiência de quem assistiu, profissionalmente, a largas centenas de mortes e onde tentou «equilibrar o tratamento médico com uma dimensão humana de comunicação com o doente». Na certeza de que «mesmo quando existe a recusa da morte há pelo menos um momento em que conseguimos uma espécie de paz no abandono de nós mesmos». Todos os livros referenciados se encontram editados (e reeditados) em Portugal, pela Casa das Letras.

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