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O comboio das crianças

Esta é a história esquecida das crianças napolitanas acolhidas e salvas pelas famílias italianas do Norte, após a Segunda Guerra Mundial.

de Viola Ardone
Livro eBook
Editor: Porto Editora, junho de 2020 ‧
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Nápoles, 1946
Amerigo, um menino de sete anos, deixa a vida que sempre conheceu em Nápoles e parte num comboio. Não sozinho, mas no meio de milhares de outras crianças do Sul de Itália que atravessam o país para passarem alguns meses com uma família do Norte, enquanto a sua terra natal se reconstrói do caos e da destruição.
Com o espanto típico de uma criança de sete anos e a astúcia de um rapaz de rua, Amerigo mostra-nos uma Itália que renasce da guerra e conta-nos como, mesmo renunciando a tudo - até ao amor da própria mãe -, é nessa viagem que descobre o seu verdadeiro destino.
Um romance apaixonante sobre uma pequena testemunha de uma Grande Guerra e da sua luta pela sobrevivência e pelo amor. O fenómeno italiano vendido para 25 países que irá derreter o seu coração.

É um livro muito bonito. Está escrito de uma maneira muito delicada, muito sensível. Este livro só vai enriquecer a minha bagagem história e literária.

Blogue: Este livro é meu (Filipa Ledezma)

É um livro doce sem ser lamechas, baseado numa história verídica passada no pós II Guerra, em Itália, em 1946. Esta história é-nos contada por Amerigo. A sua inocência, a dureza da vida que leva, o comportamento austero da mãe que o cria sozinha, os seus sonhos, a desconfiança que sente ao ser "abandonado" e enviado para o desconhecido, tudo está perfeitamente retratado. Com um final inesperado, este livro encheu-me o coração! Estrelas: 5

Blogue: O tempo entre os meus livros

Gostei muito da história ter sido contada do ponto de vista da criança, de perceber as suas emoções e pensamentos de uma realidade que nenhuma criança deveria passar. Uma história que toca o coração e que recomendo sem reservas. Classificação: 5/5

Blogue: Livros e Papel

Um livro cheio de emoções, onde conhecemos os medos, as incertezas, as dúvidas destas crianças, mas também as dificuldades de integração e àquela sensação de "casa". Tive, ao longo do livro, vários momentos em que me apeteceu dar um abraço a Amerigo.

Blogue: O prazer das coisas

A autora confia-nos a história comovente de uma separação e solidariedade.

La Repubblica

Viola Ardone mergulhou as mãos na história mais dolorosa da sua cidade. Passou a pente fino o dialeto e a mentalidade daqueles tempos, reconstruindo o cenário perfeito para um romance enorme sobre o poder da escolha. Porque aquilo de que Amerigo nos fala, quando sai do comboio, é precisamente do momento em que as duas metades da sua vida se separam, obrigando-o a tomar uma decisão. Uma decisão importante, definidora da sua identidade.

La Stampa

Viola Ardone toca-nos quase a ponto de nos magoar. Amerigo, dividido entre dois mundos, fará uma escolha que lhe trará consequências dolorosas, mas que dará novo sentido à sua vida. Porque a dor pode ser, acima de tudo, algo fértil. Porque o comboio da vida é movido a amor, e descarrila e chega ao destino - mas nunca para.

L’Osservatore Romano

O comboio das crianças

Esta é a história esquecida das crianças napolitanas acolhidas e salvas pelas famílias italianas do Norte, após a Segunda Guerra Mundial.

de Viola Ardone

Propriedade Descrição
ISBN: 978-972-0-03267-6
Editor: Porto Editora
Data de Lançamento: junho de 2020
Idioma: Português
Dimensões: 152 x 235 x 23 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 296
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Romance
EAN: 978972003267610
Idade Mínima Recomendada: Não aplicável

Comovente

Alexandrina Andrade

"O comboio das crianças" é um livro tão enternecedor, comovente e duro ao mesmo tempo. Pela voz de Amérigo, criança de sete anos, conhecemos a realidade dura e crua do pós segunda guerra mundial no sul de Itália. A decisão difícil de uma mãe, o dilema do correto e do errado. Qual a fronteira do amor e da indiferença? Maravilhoso!

Surpreendente

João S.

Uma leitura intensa através do olhar inocente e puro de uma criança que capta a atenção do leitor ao longo de toda a história. Um livro escrito com muita verdade, que nos faz pensar no valor da vida e relativizar os pequenos problemas. Vale a pena ler!

Comovente

Catarina

História comovente sobre a miséria do pós guerra e da difícil decisão de muitas famílias para evitar a pobreza. Recomendo!

Delicado

Ana D.

O livro é escrito a partir da perspectiva de um menino de sete anos, Amerigo. História comovente pela visão simples e ingénua do narrador (que só enquanto crianças somos capazes de ter), por toda a decisão difícil e discutível que os seus pais têm de tomar quando confrontados com a miséria (pós-guerra) e o impacto que isso terá na sua personalidade e na compreensão do mundo enquanto adulto.

O comboio das crianças

Joana - Lost In My Own World Of Books

Quando comecei a ler este livro não fazia a mínima ideia de que ia ser tão importante para mim e que me iria tocar de uma forma inesquecível. Esta leitura fez-me emocionar de tantas formas, despertou-me diversos sentimentos. É um livro forte e sensível que é impossível ficar indiferente após a leitura

Comovente

Teresinha

História emocionante. Muito bem contada esta realidade que nós parece longínqua mas que na verdade não o é.

Fascinante

Meet mybooks

Este livro deveria ser considerado um clássico da literatura. Está tão bom desenvolvido que dificilmente se perde o interesse durante a leitura. Amei cada página!

SOBRE O AUTOR

Viola Ardone

Viola Ardone nasceu em Nápoles, em 1974. Trabalhou em edição escolar e é atualmente professora de Italiano e Latim no ensino secundário. Publicou dois romances, La ricetta del cuore in subbuglio (2012) e Una rivoluzione sentimentale (2016). Escreveu ainda uma história em verso, Cyrano dal naso strano (Editora Albe 2017), com ilustrações de Luca Dalisi. No âmbito do workshop de escrita do Instituto Penal para Menores, contribuiu para as antologias de contos La grammatica di Nisida (2013), Parole come pane (2014), Fuori (2015), Le parole felici (2016), La Carta e la vita (2017) e para o romance L’ultima prova (2018), pelo coletivo I Nisidiani.

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