O Caminho dos Ingleses

de Antonio Soler
Editor: Texto Editores, fevereiro de 2007 ‧

Um poeta que nunca escreveu um verso; uma mulher que fez um anúncio a pó de talco e passou a crer-se a actriz Lana Turner; uma jovem que sonhava ser bailarina profissional mas apenas conseguia aulas gratuitas de samba num bar nocturno e um rapaz que justificava o abandono do seu pai imaginando que uma noite de tormenta o tinha levado e que a chuva o devolveria, como as rãs, num local aleatório; são algumas das personagens deste romance. Personagens que vivem no período entre a adolescência e a idade adulta, em que os sonhos começam a esfumar-se e a vida plácida e despreocupada começa a toldar-se com as nuvens escuras de um futuro incerto. Numa etapa de mudança constante, o grupo de amigos é o último reduto onde o chão é ainda firme e onde as regras não se fazem sentir. O universo do primeiro amor, do sexo, obsessões, conflitos e amizade é onde se desenrola as vidas das personagens que fazem parte deste grupo cujos membros vivem à margem do sucesso e se debatem entre a inocência e a maturidade e tentam iludir o presente idealizando um futuro quimérico.

O Caminho dos Ingleses

de Antonio Soler

Propriedade Descrição
ISBN: 9789724732176
Editor: Texto Editores
Data de Lançamento: fevereiro de 2007
Idioma: Português
Dimensões: 155 x 230 x 15 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 270
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Romance
EAN: 9789724732176

SOBRE O AUTOR

Antonio Soler

Escritor e roteirista de televisão espanhol nascido em 1956, em Málaga, Espanha.
Órfão de pai, interessou-se desde pequeno pelos livros e formou-se como Técnico em Atividades e Empresas Turísticas na Escola de Turismo de Málaga. Aos 22 anos, ficou um longo período acamado, devido a um acidente de viação.
Pouco conhecido do público e reconhecido pela crítica, o escritor publicou Extranjeros en la Noche (1992), Modelo de Pasión, que obteve o Prémio Andaluzia (1993), Los Héroes de la Frontera, com o qual recebeu o Prémio Andaluzia da Crítica (1995) e o Prémio Arcebispo Juan de San Clemente (1996), Las Bailarinas Muertas (As Bailarinas Mortas), com o qual ganhou o Prémio Heralde (1996) e o Prémio Nacional da Crítica (1997), El Nombre que Ahora Digo, ganhando o Prémio primavera de Novela Espasa Calpe (1999), El Espiritista Melancólico (2001) e El Camino de los Ingleses, que recebeu o Prémio Nadal 2004. Os seus livros já foram traduzidos para várias línguas, como francês, grego, italiano, alemão, romeno e português. Colabora ainda com a imprensa, sendo colunista do El Mundo.

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