O Caminho da Paz

Respostas sobre o Amor, a Fé e a Vida

de Mahatma Ghandhi
Editor: 4 Estações Editora, junho de 2019 ‧
Mahatma Gandhi foi uma das figuras mais influentes do séc.XX. Pela força da sua devoção a Deus recebeu o título de Mahatma, que significa "Grande Alma", e continua a ser reconhecido por milhões de pessoas como um grande conhecedor da alma humana. Este livro explora as profundas reflexões de Gandhi sobre tudo aquilo que é mais importante nas nossas vidas: a verdade, o amor, a fé e a prática do bem. Leitores de todos os credos encontrarão sabedoria e inspiração nas muitas mensagens do homem que lutou pela paz e pela independência da Índia.

O Caminho da Paz

Respostas sobre o Amor, a Fé e a Vida

de Mahatma Ghandhi

Propriedade Descrição
ISBN: 9789898761675
Editor: 4 Estações Editora
Data de Lançamento: junho de 2019
Idioma: Português
Dimensões: 151 x 234 x 9 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 112
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Religião e Moral > Religiões (Ásia e Oriente)
EAN: 9789898761675

Bom

Fabrice Maciel

Mensagens que nos levam à reflexão. Senti, no entanto, que temos de estar mesmo com disponibilidade mental para entender as mesmas.

SOBRE O AUTOR

Mahatma Ghandhi

Mahatma Gandhi (1869-1948) Mohandas K. Gandhi, mais conhecido como Mahatma Gandhi, foi um líder indiano que inspirou o mundo através do recurso ao pacifismo e à filosofia da não-violência.
Lutou durante décadas pelo fim do regime colonial inglês e pela independência da Índia, algo que viria a ser alcançado em 1947, depois do final da Segunda Guerra Mundial.
A sua missão de vida continha um propósito claro: encorajar a humanidade a confiar em si mesma, persuadindo-a da sua capacidade para criar mudanças positivas na sociedade e alcançar um desenvolvimento moral mais elevado.
Em 1930, Gandhi tornou-se o primeiro indiano a ser distinguido com o título de «Personalidade do Ano» da revista Time. Foi ainda reconhecido pela CNN como um dos maiores ícones políticos mundiais do século XX.
Gandhi morreu em 1948, assassinado por um nacionalista hindu. O seu cortejo fúnebre teve quase oito quilómetros de extensão.
Nunca ganhou o Prémio Nobel da Paz, apesar de ter sido nomeado cinco vezes. Em 2006, o comité admitiu publicamente o seu pesar por nunca o ter homenageado com este prémio.

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