O Barranquenho
Língua, Cultura e Tradição
Editor:
Edições Colibri, agosto de 2017 ‧
ver detalhes do produto
18,00€
10% DESCONTO
CARTÃO
VDFoWFJuQXliVkl4UVdkMUsxTkRTMHA2WW1kNVlYRnVXbkE0VWtwVGVVWkZUa3RHSzB0UFNYSldhVGRwUVZFd1UzaFRVSGhVWjNsWFpUQmFWa0p0U0VoU2IzSk5OemxFZFhOMFMxSjFaRWxpSzJwQ2NWUXdNRGwwVkVjd2RUWnVVVTlKU1ZKWGVXYzBZbGQ2YW5SbmJISnBUaXQ2YldaWFJUQXZZbTFtTmprNFlpOHpjVWxUWlRkUFZrSjVaR2RVYlRKVlEwZGxVRkUyVEV0aFFXNWxORGhXVEdaelNFaHFWVWhQZFVZNFNrUTFRbE5SU1ZGMGJqUlFPWGRNZDNwdlNXUXhjbWRMWnpoU1lYRmFibU4yVjJaelRuSkthV1pPZUVWMVJGVTJjWFpvUWs1WWFFNUNkMU5tTTBodGNUaDNNVlJ0UmpneFRtUkhOSE5NZWpkU2RXaHFiMmhQYldsUmJGcEJXSE5ZTUZoT1RHMURaMmhKY25kTU1IUnpaR3hUT0dkVmVuTk1UMVp4TTJ4blRFTmFXSFJEVnpZek9YQjBkRkZNY1VwSk9URmtkMHREY0dSS1QxRlhTWGg2VEV0WFNrMWlXSFJhZUdjMVdrRnFkM0ZaZVN0RmJVTXpNV0p3ZGxCTU0xTm9LelUzT0ZKbWFrdGxORE5zU0dsYWJqbHljemczUjNCRmRHaHBlVkJRWjBSUlUzazRZblV5U2s1SldrcHRhRkZRVGtGdlExUnNOVE5GZGxGc2RIcExlREJuUlhZM2VrTnpWV2wwVlRCbFRFRmhRWFp1WkV0Q00zRlNNVVpUYUdsdmFIaHpTQ3QwU0RrMVJqRklRM2cwTlRObmIyMHpWRmxXYW14RWFEa3JTbGx4Y2pKcVIwWXhhblpFU0RGMVVsVmtlRkpaZG14amRFWktlRVUzZERObU1VbENWamwzYUdkVll6SndNbkpLVkhWbGVtRmtNak5rV1ZSck5tVTVha0V3TjNWMVNHdDNia3RrUWpoelJXVlZZVzFrVGxGUUwxUjVjWGRPWWtVdmNURkZSM2xxYzI1c0x5dEhiVTgzWlNzclJGVjJNWGRxZFdZMVIwdDZkakZHVkRVeE9XeEdhbFJtT1VaTmFrTkpTRWxGWjBvM1dXVnNhR1pvZGs4ek1WQkpkbU5PTUZGd1ZGcDBkVlZGYm05aU1YSlZPR3gzV2pGVlZTdGFjVzkxVjAxeVpIVjRielJxWlRReGNFVldhbWhuYTI1MWRtMHdMMVZxUkhseU1IUndOVzlTTWt0QlptMVRURzlyV2tKalVFaE9hMU12ZDA1WGRtTjNkemhNYUhRelQwcE5lRTlUZURZMVVWVjFaM1EyYjJsR1RqWjVZM2h5Y2tVNGJXUjJkamxRVVZCR1VGUmFkejA5OjlmdnFiUjQxT2ppNks1NVNlVTZNdXc9PQ==
portes grátis
SINOPSE
O Barranquenho: Língua, Cultura e Tradição é um trabalho pioneiro que recolhe a investigação de María Victoria Navas, auspiciada pelo Centro de Linguística da Universidade de Lisboa. Entre duas línguas ibéricas, o barranquenho está a ser novamente reconhecido nos meios científicos universitários internacionais, pois encontramos referências ao mesmo entre os estudiosos mais próximos - galegos, portugueses e espanhóis -, em obras de investigadores americanos, uruguaios e brasileiros, e serve também de suporte, pela natureza do seu interesse, a outros trabalhos de investigação na mesma área.
María Victoria Navas recorreu, para realizar a sua pesquisa, a bibliografia de âmbito dialectológico, sociolinguístico, de estatística matemática, de antropologia, de história e geografia. Ocupa um lugar de destaque uma análise sociolinguística que mostra a relação existente entre factores linguísticos e factores sociais em falantes dessa língua.
Este livro finaliza com um núcleo significativo dedicado à literatura oral e tradicional onde a autora aproxima-se de um rico acervo cultural presente em romances, canções, anedotas, contos e música, que permanecem vivos na realidade barranquenha.
Barrancos é uma vila portuguesa com menos de 2000 habitantes, que pertence ao distrito de Beja. Nela fala-se o barranquenho; o porquê da sua criação e do seu convívio com o português e o espanhol nesta comunidade é o motivo deste estudo. Este município semiurbano - que se chamou Noudar provavelmente até ao século XVIII -, o mais oriental e o mais pequeno da região do Baixo Alentejo, abrange uma superfície de 169 km² e introduz-se em Espanha, uns 9 km, como uma cunha afiada. A área apresenta-se num terreno acidentado, com poucas planícies e abundantes outeiros. Fica limitada a norte pelo rio Ardila - que forma fronteira com as terras espanholas de Badajoz -, Valencia de Mombuey, Oliva de la Frontera e Jerez de los Caballeros; a este pelos rios Cadaval e Múrtega - ambos ajudam a formar fronteira com a província de Huelva, em Encinasola -; a sul e oeste, por Moura; e, por último, a noroeste, por Mourão, em Portugal.
María Victoria Navas recorreu, para realizar a sua pesquisa, a bibliografia de âmbito dialectológico, sociolinguístico, de estatística matemática, de antropologia, de história e geografia. Ocupa um lugar de destaque uma análise sociolinguística que mostra a relação existente entre factores linguísticos e factores sociais em falantes dessa língua.
Este livro finaliza com um núcleo significativo dedicado à literatura oral e tradicional onde a autora aproxima-se de um rico acervo cultural presente em romances, canções, anedotas, contos e música, que permanecem vivos na realidade barranquenha.
Barrancos é uma vila portuguesa com menos de 2000 habitantes, que pertence ao distrito de Beja. Nela fala-se o barranquenho; o porquê da sua criação e do seu convívio com o português e o espanhol nesta comunidade é o motivo deste estudo. Este município semiurbano - que se chamou Noudar provavelmente até ao século XVIII -, o mais oriental e o mais pequeno da região do Baixo Alentejo, abrange uma superfície de 169 km² e introduz-se em Espanha, uns 9 km, como uma cunha afiada. A área apresenta-se num terreno acidentado, com poucas planícies e abundantes outeiros. Fica limitada a norte pelo rio Ardila - que forma fronteira com as terras espanholas de Badajoz -, Valencia de Mombuey, Oliva de la Frontera e Jerez de los Caballeros; a este pelos rios Cadaval e Múrtega - ambos ajudam a formar fronteira com a província de Huelva, em Encinasola -; a sul e oeste, por Moura; e, por último, a noroeste, por Mourão, em Portugal.
DETALHES
| Propriedade | Descrição |
|---|---|
| ISBN: | 9789896896546 |
| Editor: | Edições Colibri |
| Data de Lançamento: | agosto de 2017 |
| Idioma: | Português |
| Dimensões: | 160 x 231 x 17 mm |
| Encadernação: | Capa mole |
| Páginas: | 334 |
| Tipo de produto: | Livro |
| Classificação Temática: |
Livros em Português
>
Literatura
>
Linguística e Filologia
|
| EAN: | 9789896896546 |
QUEM COMPROU TAMBÉM COMPROU
-
10%O Barranquenho como Língua de Contacto no Contexto RomânicoEdições Colibri16,00€ 10% CARTÃOportes grátis
-
10%Nada na Linguagem lhe é EstranhoEdições Afrontamento26,00€ 10% CARTÃOportes grátis