O Barco de uma Vida
Editor:
Chiado Books, setembro de 2018 ‧
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SINOPSE
No grande quintal da casa, onde todos os dias os oito irmãos e alguns rapazes do bairro da Fundação Popular e da zona de Água-Porca, em São Tomé e Príncipe, se juntavam espontaneamente para brincar, o pequeno Amaril destacava-se dos demais meninos. É que, durante a correria que faziam, mesmo que os restantes rapazes só arrancassem depois dele, o Amaril era sempre o último a chegar. Quando andava na rua, alguns meninos atiravam-lhe sorrisos trocistas e isso magoava-o e entristecia-o, criando nele sentimentos ambivalentes profundos.
Um certo dia, o pequeno Amaril fez um barco de papel e depositou-o no pequeno riacho que passava atrás da sua casa e comparou o percurso que o barquito iria fazer com a imagem da sua vida. Contudo, o seu pai, ao contrário, disse-lhe: "cada um de nós constrói o seu futuro e o seu destino e somos nós próprios quem devemos conduzir o barco a um porto seguro".
O pai, o senhor Vitório, um funcionário público, sempre preocupado com a educação dos seus filhos, achava que essa era a única herança que lhes podia garantir. Assim, juntava os seus filhos e debatia com eles diversos temas, exortando-os à ideia de paz, de solidariedade e de um comportamento exemplar fora e dentro de casa.
A mãe, a Dona Chepa, à semelhança de outras mulheres no país, era doméstica. Para além do imenso trabalho que tinha, desdobrava-se em tarefas suplementares que trouxessem mais algum dinheiro para casa, de forma a suprir os escassos recursos financeiros.
Os rapazes do bairro, entretanto, cresceram e cada um seguiu o seu rumo. Quando o Amaril saiu do país para ingressar na Universidade de Coimbra, teve um único desejo: é que, para ter sucesso no estudo, houvesse luz elétrica que iluminasse a cabeceira da sua cama, em vez da ténue luz de velas que muitas vezes usava em São Tomé para estudar.
A história do Amaril é emocionante e narra uma multiplicidade de fatores socioeconómicos e culturais em São Tomé e Príncipe.
Um certo dia, o pequeno Amaril fez um barco de papel e depositou-o no pequeno riacho que passava atrás da sua casa e comparou o percurso que o barquito iria fazer com a imagem da sua vida. Contudo, o seu pai, ao contrário, disse-lhe: "cada um de nós constrói o seu futuro e o seu destino e somos nós próprios quem devemos conduzir o barco a um porto seguro".
O pai, o senhor Vitório, um funcionário público, sempre preocupado com a educação dos seus filhos, achava que essa era a única herança que lhes podia garantir. Assim, juntava os seus filhos e debatia com eles diversos temas, exortando-os à ideia de paz, de solidariedade e de um comportamento exemplar fora e dentro de casa.
A mãe, a Dona Chepa, à semelhança de outras mulheres no país, era doméstica. Para além do imenso trabalho que tinha, desdobrava-se em tarefas suplementares que trouxessem mais algum dinheiro para casa, de forma a suprir os escassos recursos financeiros.
Os rapazes do bairro, entretanto, cresceram e cada um seguiu o seu rumo. Quando o Amaril saiu do país para ingressar na Universidade de Coimbra, teve um único desejo: é que, para ter sucesso no estudo, houvesse luz elétrica que iluminasse a cabeceira da sua cama, em vez da ténue luz de velas que muitas vezes usava em São Tomé para estudar.
A história do Amaril é emocionante e narra uma multiplicidade de fatores socioeconómicos e culturais em São Tomé e Príncipe.
DETALHES
| Propriedade | Descrição |
|---|---|
| ISBN: | 9789895239047 |
| Editor: | Chiado Books |
| Data de Lançamento: | setembro de 2018 |
| Idioma: | Português |
| Dimensões: | 139 x 221 x 41 mm |
| Encadernação: | Capa mole |
| Páginas: | 564 |
| Tipo de produto: | Livro |
| Coleção: | Viagens na Ficção |
| Classificação Temática: |
Livros em Português
>
Literatura
>
Romance
|
| EAN: | 9789895239047 |
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