O Barco das Crianças

de Mario Vargas Llosa; Ilustração: Zuzanna Celej
Editor: Editorial Presença, maio de 2019 ‧
De manhã, ao preparar-se para ir para a escola, Fonchito vê um homem sentado num banco do parque, contemplando o mar, Intrigado, por vê-lo ali a cada manhã, decide ir ao seu encontro para lhe perguntar o que procura ele, sempre sentado no mesmo banco, O velhinho, com um sorriso nos lábios, decide partilhar com Fonchito uma história muito antiga e extraordinária. E todos os dias, antes de o autocarro da escola chegar, Fonchito passa a ouvir um novo capítulo das aventuras de um barco cheio de crianças que, desde a época das Cruzadas, navega nos mares do mundo.

O Barco das Crianças

de Mario Vargas Llosa; Ilustração: Zuzanna Celej

Propriedade Descrição
ISBN: 9789722363860
Editor: Editorial Presença
Data de Lançamento: maio de 2019
Idioma: Português
Dimensões: 175 x 247 x 13 mm
Páginas: 112
Tipo de produto: Livro
Coleção: Ficção Juvenil
Classificação Temática: Livros em Português > Infantis e Juvenis > Literatura Juvenil
EAN: 9789722363860

Fascinante.

Cláudia Vinagre

Aconselhei à minha filha mais velha, e entretanto também o li, e vivi cada segundo o pensamento do ´´Fonchito´´. É deveras espetacular, tem conteúdos de historia, cultura e de coragem.

O barco dos sonhos

Rosa

Uma história encantadora, muito atual! O narrador transporta o leitor para um mundo de sonhos, no qual a lição é o amor que tudo supera!

SOBRE O AUTOR

Mario Vargas Llosa

PRÉMIO NOBEL DA LITERATURA 2010

Mario Vargas Llosa (1936-2025) nasceu em Arequipa, no Peru. Em 1959 abandona o seu país e, graças a uma bolsa, ingressa na Universidade Complutense de Madrid, onde faz provas de doutoramento, fixando-se de seguida em Paris. Sempre próximo da penúria, foi locutor de rádio, jornalista e professor de espanhol. Regressa ao Peru em 1964 e casa no ano seguinte com a sua prima Patrícia, com quem parte para a Europa em 1967, tendo vivido até 1974 na Grécia, em Paris, Londres e Barcelona – após o que volta novamente ao Peru. Em Lima pode, finalmente, dedicar-se em exclusivo à literatura e ao jornalismo, nunca abandonando a intervenção política. Depois de uma candidatura à presidência da República, fixou-se em Londres e, nos últimos anos, viveu entre Paris e Madrid, escrevendo romances e ensaios literários, percorrendo o mundo como professor visitante em várias universidades. Entre os muitos prémios que recebeu contam-se o Rómulo Gallegos (1967), o Príncipe das Astúrias (1986) ou o Cervantes (1994). Foi distinguido com o Prémio Nobel da Literatura em 2010. É um dos romancistas e ensaístas mais importantes da América Latina e um dos principais escritores da sua geração.

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