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Numerosas Linhas

Livro de Horas III (Jodoigne-Herbais, 1979-1980)

de Maria Gabriela Llansol
Editor: Assírio & Alvim, outubro de 2013 ‧
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_____________ a primeira imagem do Diário não é, para mim, o repouso na vida quotidiana, mas uma constelação de imagens, caminhando todas as constelações umas sobre as outras. Qualquer aprendiz imagético, quando sobe ao meu quarto e atravessa o meu escritório, tem o sentimento de que «um belo lixo de imagens se criou aqui». Se for menos inocente dirá: «que belo luxo de imagens». Eu diria: aqui está a raiz de qualquer livro.

Maria Gabriela Llansol

Numerosas Linhas

Livro de Horas III (Jodoigne-Herbais, 1979-1980)

de Maria Gabriela Llansol

Propriedade Descrição
ISBN: 978-972-37-1710-5
Editor: Assírio & Alvim
Data de Lançamento: outubro de 2013
Idioma: Português
Dimensões: 147 x 205 x 22 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 336
Tipo de produto: Livro
Coleção: Arrábido / obras de Maria Gabriela Llansol
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Poesia
EAN: 978972371710510
Idade Mínima Recomendada: Não aplicável

Desvanecimento

Carlos Manuel Caeiro.

Um diário que aparentemente não é coerente pois dia a dia, hora a hora, linha a linha, palavra a palavra, por muito imediatistas que sejam revelam uma visão coerente dos nossos dias - a nossa visão do mundo que nos rodeia como um todo, composto de momentos singulares.

FULGOR EM BRASA

Ruy Ventura

Esta terceira publicação dos cadernos de Maria Gabriela Llansol acentua a importância da sua escrita, entre a poesia, a narrativa, a mística e a filosofia, no panorama da literatura portuguesa contemporânea. Se levada às suas ultimas consequências, a leitura deste e doutros livros seus conduzirá à metanoia do leitor.

SOBRE O AUTOR

Maria Gabriela Llansol

Maria Gabriela Llansol nasceu em Lisboa em 1931. É apontada por muitos como um dos nomes mais inovadores e importantes da ficção portuguesa contemporânea. Levando às últimas consequências a criação de um universo pessoal que desde os anos 60 não tem paralelo na literatura portuguesa, a obra de Maria Gabriela Llansol estilhaça as fronteiras entre o que designamos por ficção, diário, poesia, ensaio ou memórias. Faleceu em 2008.

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