Números

de Leo Lionni
Editor: Kalandraka, maio de 2014 ‧
8,00€
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Estes dois pequenos livros cartonados, sem texto e de pequeno formato, abordam dois grandes temas muito caros às crianças: as cores e os números. Seguindo-se à série "Frederico" - "Quem é?", "O que é", "Onde?" e "Quando?" -, aconselhada pelo PNL/LER+, o propósito de ambos mantém-se: treinar o olhar e a mente dos pré-leitores... As ilustrações, simples e facilmente reconhecíveis, refletem bem o estilo do autor de títulos tão emblemáticos como "Frederico", "Nadadorzinho", "Pequeno Azul e Pequeno Amarelo", "A maior casa do mundo" e "O sonho de Mateus", todos eles editados pela KALANDRAKA.

Números

de Leo Lionni

Propriedade Descrição
ISBN: 9789897490187
Editor: Kalandraka
Data de Lançamento: maio de 2014
Idioma: Português
Dimensões: 161 x 160 x 6 mm
Encadernação: Capa dura
Páginas: 14
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Infantis e Juvenis > Livros Infantis de Ficção
EAN: 9789897490187

Muito útil

PF

Um livro interessante para começar a aprender os números. O meu pequenote adora ver os ratinhos a fazer das suas.

Simples, mas divinal

Eleonora

Um livro simples, as crianças dão os primeiros passos na descoberta do número através da sua livre exploração.

Recomendo!

Nuno

Comprei este livro como oferta de Natal para uma menina de 1 aninho. Adorou. O primeiro contacto com os números poderá ser feito através deste simples livro com ilustrações cativantes. Gostei muito.

SOBRE O AUTOR

Leo Lionni

(Amesterdão, Holanda, 1910 - Toscânia, Itália, 1999) Leo Lionni cresceu num ambiente artístico – a sua mãe tinha sido cantora de ópera e o seu tio Piet um grande apaixonado pela pintura – e desde muito jovem que soube que seria esse o seu destino. Porém, a sua formação não foi artística, uma vez que se doutorou em Economia. Em 1931 instalou-se em Milão e entrou em contacto com o design gráfico. Quando se mudou para os EUA em 1939, trabalhou numa agência de publicidade de Filadélfia, na Corporação Olivetti e na revista Fortune. Simultaneamente, também ia crescendo a sua fama como artista e os seus quadros eram expostos nas melhores galerias, dos Estados Unidos ao Japão. Como ele próprio chegou a dizer: «De algum modo, em algum lugar, a arte expressa sempre os sentimentos da infância.» O seu primeiro livro para crianças só veio a lume em 1959 e surgiu quase por casualidade: durante uma viagem de comboio ocorreu-lhe entreter os netos com um conto feito à base de pedaços de papel de seda. Nasceu assim o "Pequeno Azul e Pequeno Amarelo", a que se seguiram mais de 40 títulos aclamados por todo o mundo pela crítica especializada. Pelos seus méritos como ilustrador, pintor, escultor e designer recebeu em 1984 a Medalha de Ouro do Instituto Americano de Artes Gráficas.

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