Novas Estórias Açorianas
Seguidas de Um Par de Crónicas
Editor:
Companhia das Ilhas, novembro de 2016 ‧
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SINOPSE
Em 2012, o primeiro Estórias Açorianas foi muito bem recebido por leitores e crítica (a obra integra o Plano Regional de Leitura dos Açores e o Plano Nacional de Leitura).
Estas Novas Estórias Açorianas mantêm características que as ligam ao primeiro conjunto: situações e figuras da história e da cultura dos açores e dos quotidianos de hoje, recriadas com ironia e mordacidade.
Eis o que em 2012 escreveu sobre as Estórias de Carlos Alberto Machado a poeta Inês Lourenço: «estimulante colectânea de pequenas narrativas, que nos fazem viajar com gosto e eficácia pela ambiência açoriana. Numa linguagem escorreita e contida, mas plena de referências cultas, numa associação poética entre o concreto e o intangível, vemos desfilar perante os nossos olhos, diversos tipos humanos, cheios de singularidades. Mesmo as vizinhas, as beatas, os velhos baleeiros, os pequenos tendeiros, os eruditos decadentes, comunicam-nos uma espécie de nobreza e probidade, entranhados no fundo marítimo da paisagem insular. Diversos pontos de vista, desde o olhar infantil até aos cambiantes da vida adulta, nos aparecem, numa mansa mas vivaz sabedoria.»
Estas Novas Estórias Açorianas mantêm características que as ligam ao primeiro conjunto: situações e figuras da história e da cultura dos açores e dos quotidianos de hoje, recriadas com ironia e mordacidade.
Eis o que em 2012 escreveu sobre as Estórias de Carlos Alberto Machado a poeta Inês Lourenço: «estimulante colectânea de pequenas narrativas, que nos fazem viajar com gosto e eficácia pela ambiência açoriana. Numa linguagem escorreita e contida, mas plena de referências cultas, numa associação poética entre o concreto e o intangível, vemos desfilar perante os nossos olhos, diversos tipos humanos, cheios de singularidades. Mesmo as vizinhas, as beatas, os velhos baleeiros, os pequenos tendeiros, os eruditos decadentes, comunicam-nos uma espécie de nobreza e probidade, entranhados no fundo marítimo da paisagem insular. Diversos pontos de vista, desde o olhar infantil até aos cambiantes da vida adulta, nos aparecem, numa mansa mas vivaz sabedoria.»
CRÍTICAS DE IMPRENSA
«Em 2012, Carlos Alberto Machado publicou um volume de "Histórias Açorianas", heteróclita coleção de vinhetas sobre a vida nas ilhas, que acabava sendo um belo exemplo de etnologia literária. Agora, regressa com mais umas quantas dezenas de prosas breves, no mesmo registo: entre a crónica do quotidiano e a ficção mais cáustica (veja-se o "Manifesto Canino", sobre um congresso de cães que não podia ser mais humano).»
Rubrica OBRIGATÓRIO da Rev. Expresso - 18-02-2017
DETALHES
| Propriedade | Descrição |
|---|---|
| ISBN: | 9789898592651 |
| Editor: | Companhia das Ilhas |
| Data de Lançamento: | novembro de 2016 |
| Idioma: | Português |
| Dimensões: | 111 x 146 x 10 mm |
| Encadernação: | Capa mole |
| Páginas: | 152 |
| Tipo de produto: | Livro |
| Coleção: | Transeatlântico |
| Classificação Temática: |
Livros em Português
>
Literatura
>
Estória
|
| EAN: | 9789898592651 |
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