As Fogueiras do Mar
Livro primeiro das crónicas
Editor:
Companhia das Ilhas, março de 2022 ‧
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SINOPSE
De cunho testemunhal e lírico, concebidas semanalmente, entre 1999 e 2014, para o jornal Diário Insular, e agora compiladas com o selo da Companhia das Ilhas, estas crónicas do filólogo e escritor Luiz Fagundes Duarte (Terceira, 1954) remetem, com o poder metonímico do seu título - As Fogueiras do Mar -, tanto para a origem geológica das ilhas sobre as quais se debruça, como para a condição existencial de quem nelas nasce, habita, ou delas parte, ou nelas aporta. Não se conte, porém, encontrar aqui apenas o lugar sentenciado ao abandono e ao isolamento, geografia de danados e esquecidos.
As ilhas destas crónicas apresentam-se-nos com as suas particularidades paisagísticas, sociológicas, linguísticas, mas não se esquece o cronista, agnóstico meditabundo, de religar essas propriedades com o imaginário literário que o velho mundo ocidental urdiu até à contemporaneidade. O elemento marítimo surge nestes textos sobretudo como caminho de abertura, de desbravamento dos universos derredor e não é, por isso, de espantar que o leitor, na visitação da paisagem e das reflexões insulares, tropece em Ulisses ou em Rafael Hitlodeu, ou se depare com o mundo ficcional de Nemésio, ou até com a lírica de José da Lata.
Aqui temos, em exercícios textuais enxutos, mas não secos, memorialísticos, mas sem ceder à proporção maçuda, a mestria discursiva de um autor que conjuga os saberes erudito e popular, as dimensões histórica e mitológica, impregnando-as com o seu olhar íntimo, a sua vivência pessoal feita de cartapácios e de apanhar feijão e batatas, e aproximando a experiência da leitura de um itinerário cultural que promete a chegada a uma ilha que o leitor não encontrará no mapa, mas dentro de si.
As ilhas destas crónicas apresentam-se-nos com as suas particularidades paisagísticas, sociológicas, linguísticas, mas não se esquece o cronista, agnóstico meditabundo, de religar essas propriedades com o imaginário literário que o velho mundo ocidental urdiu até à contemporaneidade. O elemento marítimo surge nestes textos sobretudo como caminho de abertura, de desbravamento dos universos derredor e não é, por isso, de espantar que o leitor, na visitação da paisagem e das reflexões insulares, tropece em Ulisses ou em Rafael Hitlodeu, ou se depare com o mundo ficcional de Nemésio, ou até com a lírica de José da Lata.
Aqui temos, em exercícios textuais enxutos, mas não secos, memorialísticos, mas sem ceder à proporção maçuda, a mestria discursiva de um autor que conjuga os saberes erudito e popular, as dimensões histórica e mitológica, impregnando-as com o seu olhar íntimo, a sua vivência pessoal feita de cartapácios e de apanhar feijão e batatas, e aproximando a experiência da leitura de um itinerário cultural que promete a chegada a uma ilha que o leitor não encontrará no mapa, mas dentro de si.
DETALHES
| Propriedade | Descrição |
|---|---|
| ISBN: | 9789899007703 |
| Editor: | Companhia das Ilhas |
| Data de Lançamento: | março de 2022 |
| Idioma: | Português |
| Dimensões: | 129 x 179 x 8 mm |
| Encadernação: | Capa mole |
| Páginas: | 118 |
| Tipo de produto: | Livro |
| Coleção: | Transeatlântico |
| Classificação Temática: |
Livros em Português
>
Literatura
>
Crónicas
|
| EAN: | 9789899007703 |
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