Nova Águia - Revista de Cultura para o Século XXI - nº 34
2º Sem. 2024 – Agostinho da Silva, Basílio Teles e Camões
Editor:
Zéfiro, setembro de 2024 ‧
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SINOPSE
Agostinho da Silva, 30 anos após a sua partida
Basílio Teles, 100 anos depois
Camões, 500 anos
Por mais que a crescente vaga de criminalização da nossa história continue a impingir-nos a tese de que a colonização e a escravatura começaram com os lusíadas celebrados por Camões, só os incautos se deixam impressionar por tamanho equívoco. Por mais que essa emergente ditadura politicamente correcta - tão correcta quanto ignorante - pretenda instituir essa verdade alternativa como um facto histórico, nós, na Nova Águia, não nos deixamos impressionar. Nem, muito menos, atemorizar. e por isso celebramos aqui, sem qualquer complexo, Camões e os nossos heróis - não vilões - do mar…
Para além de Camões, avultam no trigésimo quarto número da nossa Revista os nomes de Basílio Teles - publicamos aqui os textos apresentados num Colóquio que se realizou em 2023, nos cem anos do seu falecimento, por iniciativa do Instituto de Filosofia Luso-Brasileira - e de Agostinho da Silva, este, também, um nome que importa recordar e celebrar nos dias de hoje. nos trinta anos da sua partida e no meio século da Revolução que pôs fim ao regime do Estado Novo, Agostinho da Silva aparece-nos, cada vez mais, em contra-corrente. Insuspeito de alguma vez ter sido apoiante do regime deposto, nem por isso Agostinho da Silva se deixou arrastar e afogar pelos novos mitos entretanto emergentes: desde logo, o da descolonização dita exemplar e o do nosso destino (exclusivamente) europeu.
Basílio Teles, 100 anos depois
Camões, 500 anos
Por mais que a crescente vaga de criminalização da nossa história continue a impingir-nos a tese de que a colonização e a escravatura começaram com os lusíadas celebrados por Camões, só os incautos se deixam impressionar por tamanho equívoco. Por mais que essa emergente ditadura politicamente correcta - tão correcta quanto ignorante - pretenda instituir essa verdade alternativa como um facto histórico, nós, na Nova Águia, não nos deixamos impressionar. Nem, muito menos, atemorizar. e por isso celebramos aqui, sem qualquer complexo, Camões e os nossos heróis - não vilões - do mar…
Para além de Camões, avultam no trigésimo quarto número da nossa Revista os nomes de Basílio Teles - publicamos aqui os textos apresentados num Colóquio que se realizou em 2023, nos cem anos do seu falecimento, por iniciativa do Instituto de Filosofia Luso-Brasileira - e de Agostinho da Silva, este, também, um nome que importa recordar e celebrar nos dias de hoje. nos trinta anos da sua partida e no meio século da Revolução que pôs fim ao regime do Estado Novo, Agostinho da Silva aparece-nos, cada vez mais, em contra-corrente. Insuspeito de alguma vez ter sido apoiante do regime deposto, nem por isso Agostinho da Silva se deixou arrastar e afogar pelos novos mitos entretanto emergentes: desde logo, o da descolonização dita exemplar e o do nosso destino (exclusivamente) europeu.
DETALHES
| Propriedade | Descrição |
|---|---|
| ISBN: | 5600273893474 |
| Editor: | Zéfiro |
| Data de Lançamento: | setembro de 2024 |
| Idioma: | Português |
| Dimensões: | 171 x 243 x 14 mm |
| Encadernação: | Capa mole |
| Páginas: | 290 |
| Tipo de produto: | Livro |
| Coleção: | Nova Águia |
| Classificação Temática: |
Livros em Português
>
Ciências Sociais e Humanas
>
Filosofia
|
| EAN: | 5600273893474 |
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