Notícia para uma Carta de Al Berto
Editor:
On y va, março de 2024 ‧
ver detalhes do produto
9,90€
10% DESCONTO
IMEDIATO
VlRsVlMyZzVSazVqWkdGT1VHdzNUMjFQY1dsNlpGbzViblYzWlVaU1dVcElkM0JwYjJoaGNXWkhiamhxU25oblQyOU5NbHBxYkVOeFRWVlZjR0p3Y0ZWdEsySjZiR2x1VDBJNFZ6TTJaVXRzWm05eU0yTnpPRE5NYUV4cE5tRkRZa0oxTkVacFJHbGpjM1E1ZGpaTVMzQk5SMmRLTkU5b1dtZFhOazlhVlZkVlpUQkxUQ3RpV2psNU5ISk1RVlZWTUZkYVlua3pOemxUU2tGS1ZGVmtTREFyTTJzMlJuRlBhalpaWkZSVWNVNWxiSGwzTkZad09YSjZaR2R1VEV3eGVIZ3ZiblUyUW1Ob2FIaElZMDVVT0daVGJEZHNiRkUzTkZrdmVFRjFZMWhET1hodFZHaFRZVk5UU1VGeGVFaFRjSFJMUzJoeVkxTXdTWE5zWW1KNlUxUlpXVWxFVG10MVlqQXpTblp6YkUweGNFZE1jbWs0ZG1oVldUaHViMWhEYVhWWFNTdGxNMmhzWjBJNFJqaEliVzR6UTFKaU5sUTJXVlpuTWtwQ01UWnNhR1JyWWt0VFoxSkNRM1Z1YVVGTFdXUXJVRFJKTm1SaGJUVkxVVVIxVEdSb05uaFpNVXh0V2tweVkxUkZTMW8xV1hFeU5qRndRVU5zY1VVemFtZHZkMGRRZDNwbFduaHZNRWxuWkdFemRWcEpPVGxrWmtFM2RVTnJiRE5ST1d0bk5IaHVTblpyUWprdlVFdDJLMFpTTm1SNE5VeFhNbUZqYVZsaFVGRkhTRzluWkdVMmNGTXdhWGsyYkhVMGNYUm1MMU5yZDFvMUswZHhLelZKT0NzeFpHcFBUVWd4UzA1TVRIcG5UMHhhTVRBMFVsZ3pjV2xVWlVKeFUzRmFibWh0WW5ob2JtTTBXa0ZhY0dGeGJYVjJTa1IyT0hoT01URnFSMEZpWkVONFpXODFhR3hCY0U1T1VUWTRWMUJZZFRKSlVuUm9iMlZ1T1VsVlVtZ3pja2d3Om40K3drbWo4Tkp0bHkvTWZWRzY1RXc9PQ==
EM STOCK
-
SINOPSE
Nome maior da poesia portuguesa, revelado no DN Jovem, suplemento literário do Diário de Notícias, Joaquim Cardoso Dias escreveu este livro para homenagear um amigo: Al Berto.
O mundo atravessava então uma pandemia, e depois chegou uma guerra. Agora, olha para trás e repara que as pessoas têm memória curta. E diz: «As pessoas rapidamente esqueceram esse sofrimento. Somos todos cegos que se olham. A poesia também é isso: acontece para que o amor e a saudade nunca se resolvam.»
Poeta exigente consigo mesmo, Joaquim Cardoso Dias procura «a perfeição que não existe». Escrever, diz, «é sempre um desassossego, uma fragilidade». Depois de tantos anos a escrever, vê-se ainda «a mesma criança de uma outra neve». E surpreende-nos ao dizer que não escreve como respira. «Escrever é esperar uma outra espera. Só sei ser assim.»
O mundo atravessava então uma pandemia, e depois chegou uma guerra. Agora, olha para trás e repara que as pessoas têm memória curta. E diz: «As pessoas rapidamente esqueceram esse sofrimento. Somos todos cegos que se olham. A poesia também é isso: acontece para que o amor e a saudade nunca se resolvam.»
Poeta exigente consigo mesmo, Joaquim Cardoso Dias procura «a perfeição que não existe». Escrever, diz, «é sempre um desassossego, uma fragilidade». Depois de tantos anos a escrever, vê-se ainda «a mesma criança de uma outra neve». E surpreende-nos ao dizer que não escreve como respira. «Escrever é esperar uma outra espera. Só sei ser assim.»
DETALHES
| Propriedade | Descrição |
|---|---|
| ISBN: | 9789899206021 |
| Editor: | On y va |
| Data de Lançamento: | março de 2024 |
| Idioma: | Português |
| Dimensões: | 129 x 202 x 4 mm |
| Encadernação: | Capa mole |
| Páginas: | 52 |
| Tipo de produto: | Livro |
| Classificação Temática: |
Livros em Português
>
Literatura
>
Poesia
|
| EAN: | 9789899206021 |
QUEM COMPROU TAMBÉM COMPROU
-
10%Das Fragas ao MarCordel D' Prata13,50€
15,00€ -
10%Mudas CançõesChiado Books7,00€ 10% CARTÃO