Nós Podemos!
Porquê e como pode um país fazer sempre o que quiser em relação aos mercados, à banca, à dívida, ao BCE, ao FMI...
SINOPSE
Pedro Adão e Silva, professor universitário e comentador político, vai mais longe: em democracia, o soberano somos todos nós. Pelo que, como bem demonstra Jacques Généreux, "nós podemos" negociar a arquitetura da zona euro e não devemos aceitar nem o discurso da culpa moral sobre a crise, nem tomar como fatalidade a austeridade que nos é imposta.
DETALHES
| Propriedade | Descrição |
|---|---|
| ISBN: | 9789897240577 |
| Editor: | Clube do Autor |
| Data de Lançamento: | fevereiro de 2013 |
| Idioma: | Português |
| Dimensões: | 157 x 237 x 12 mm |
| Páginas: | 180 |
| Tipo de produto: | Livro |
| Classificação Temática: |
Livros em Português
>
Economia, Finanças e Contabilidade
>
Economia
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| EAN: | 9789897240577 |
OPINIÃO DOS LEITORES
Economia Política no seu melhor
asilvestre
Jacques Généreux, economista político ligado à Front de Gauche, propõe neste livro uma leitura alternativa de esquerda sobre a origem e natureza da crise e sobre o que pode e deve ser feito no sentido que reverter aquilo a que o autor designa por "a grande regressão social". Primeiro o autor denuncia a ideia de que a globalização neoliberal que está na origem da crise e que reduz a margem de manobra dos Estados é uma inevitablidade, defendendo, pelo contrário, que é o resultado de uma estratégia deliberada dos governos nacionais com vista a desmantelar o regime económico social do pós-guerra. Apresenta depois, no capítulo 3, um conjunto de medidas dirigidas a restaurar o poder do Estado em benefício das camadas populares designadamente: reforma do sistema financeiro (Ex: proibição de instrumentos especulativos desligados da economia real, separação da banca de retalho da banco de investimento), reforma do sistema bancário, restruturação e renacionalização da dívida pública, lançamento de um amplo programa de investimento e emprego etc. O autor depois constata que muitas das medidas que propõe não são possíveis no quadro da União Europeia e do Euro, mas em vez de defender a saída pura e simples, defende a permanência do Estado que desenvolve estas políticas que deverá invocar o Compromisso de Luxemburgo e suspender parcial ou totalmente os tratados. Este Estado desenvolverá um estratégia subversiva e estar preparado para sair do Euro se esta falhar. Concluindo, pode dizer-se que "Nós Podemos" apresenta um descrição rigorosa dos factores que conduziram a crise e propõe programa de governo criativo e completo para enfrentar a crise e criar um novo modelo de sociedade mais justo e equilibrado.
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