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Nos Pluralistes

de Alexandre Soljenitsyne
idioma: francês
Editor: FAYARD, novembro de 1998 ‧
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En 1975, alexandre soljénitsyne publiait en occident, sous le titre le chêne et le veau, son autobiographie arrêtée au jour de son expulsion d'urss. on sait désormais que cette oeuvre majeure a une suite embrassant le séjour de soljénitsyne en occident, les impressions et enseignements qu'il en a retirés, jusqu'à son retour dans sa patrie. un premier tome de ces "mémoires d'occident" paraît en 1998, pour les quatre-vingts ans de l'auteur, sous le titre le grain tombé entre les meules. Un long chapitre du second tome encore inédit de ces mémoires, intitulé nos pluralistes, traite en particulier de certains milieux intellectuels de la "troisième émigration russe", celle de la période récente, qui n'avaient pas ménagé leurs attaques contre l'auteur de l'archipel du goulag mais aussi contre cette patrie russe dont ils avaient volontairement quitté le sol - certains en laissant tomber leur carte du parti au franchissement de la frontière... C'est d'une réponse en règle à ces attaques, et d'une pénétrante analyse de leurs mobiles, qu'i s'agit d'abord dans ces pages aussi rigoureuses qu'implacables. mais c'est aussi, bien sûr, une réponse dressée à ceux des occidentaux qui n'eurent de cesse de reprendre et de colporter ces attaques sans trop vérifier leurs origines ni leurs fondements.

Nos Pluralistes

de Alexandre Soljenitsyne

Propriedade Descrição
ISBN: 9782213602752
Editor: FAYARD
Data de Lançamento: novembro de 1998
Idioma: Francês
Tipo de produto: Livro
Coleção: Pocket Junior Romans Contes
Classificação Temática: Livros em Francês > Literatura > Ficção
EAN: 9782213602752

SOBRE O AUTOR

Alexandre Soljenitsyne

Escritor russo, Alexandre Soljenitsyne nasceu em Kislovodsk, no Cáucaso, a 11 de Novembro de 1918. O pai morreu na guerra, antes do seu nascimento. Aos seis anos, mudou-se com a mãe para Rostov, onde viria a estudar Matemática. Participou na Segunda Guerra Mundial, sendo várias vezes condecorado. Uma carta dirigida a um amigo, em que expressa as suas opiniões sobre Estaline, levou-o à prisão, tendo sido condenado a trabalhos forçados. Em 1962 publicou Um Dia na Vida de Ivan Denissovitch, um depoimento sobre o sistema prisional. O Primeiro Círculo e O Pavilhão dos Cancerosos, editados em 1968 no estrangeiro, trouxeram-lhe o reconhecimento internacional. Agosto 14 corresponde ao início de uma vasta obra de natureza histórica. Em 1970 foi-lhe atribuído o Prémio Nobel da Literatura, mas receando que lhe interditassem o retorno ao país, não foi recebê-lo a Estocolmo. Pouco depois da publicação de O Arquipélago de Gulag em Paris, em 1974, foi preso, julgado por traição e, finalmente, condenado ao exílio. Instalou-se nos Estados Unidos, prosseguindo a sua obra literária e procurando reunir os dissidentes na sua luta contra o sistema vigente na URSS. Em Setembro de 1991 foi por fim ilibado da acusação de traição pelo governo soviético e, em Julho de 1994, voltou à Rússia.
Escritor de inspiração católica, a libertação interior do homem é o tema central da sua obra e a razão da sua luta.
Faleceu a 3 de Agosto de 2008, em Moscovo, aos 89 anos.

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