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Não Me Apagues!

Proposta libertária

de Manuel Beites
Editor: Primeiro Capitulo, fevereiro de 2024 ‧
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Com o direito à propriedade privada, vinha associada a liberdade de pensamento, projecto e decisão, além da soberania de usar, preservar, transferir e transmitir.

Se a propriedade privada estivesse sujeita a atropelos impositivos, restritivos e supressivos, então o conceito estaria pervertido na sua semântica e natureza.

Não Me Apagues!

Proposta libertária

de Manuel Beites

Propriedade Descrição
ISBN: 9789893771402
Editor: Primeiro Capitulo
Data de Lançamento: fevereiro de 2024
Idioma: Português
Dimensões: 152 x 234 x 30 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 410
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Crónicas
EAN: 9789893771402

SOBRE O AUTOR

Manuel Beites

Sou um curioso de reparo livre.
Sou tão disperso e caótico?
Não. Só desordenado.
E abomino viagens planeadas com bom tempo.
Detesto modelos e só aprendo as lições dos tropeços.
Sou um aluno do inconjeturável.
E detesto aprender por pautas com índices referenciais.
Não é que não gostasse da escola... mas só lhe gostava do cheiro a tabaco no recreio que regressava às conversas.
Por isso só a aguentei enquanto não pude assumir a liberdade de aprender o que quisesse.
Se bem... que a liberdade sai muito cara, mas não há outro jeito de viver.
A outra forma é ser por alguém, de alguém e para alguém.
Mas isso é apenas ser sem viver.
Pior do que a escravidão, é o consenso, dependência, vassalagem e medrio.
É a covardia consciente de entregar a vida e morar perto do cemitério.
Vivi em vários... países... gosto mais de povos de uma terra.
E o inconsciente coletivo é idêntico, assim como o arquétipo herdado é comum.
O que mudam são os vícios, as manias, as regras, as pautas e o chicote.
Em resumo... só muda o poder que visa o tempero do choro e acaba salgando o pranto. Como escrevia Leandro Gomes de Barros e dizia Ariano Suassuna.
Chamo-me Manuel Beites e nasci no Pagodal.

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