Não Fossem as Sílabas do Sábado
SINOPSE
Meticulosamente burilado a partir do desamparo de uma mulher cujo futuro é interrompido pela morte inesperada do seu companheiro e pelo nascimento de uma filha que terá de criar sozinha, este romance coloca o leitor à janela do luto e diante de um recomeço: Ana perde André, Madalena perde Miguel, Catarina nasce. Uma só tragédia põe fim a histórias que não chegaram a ser traçadas e une para sempre as mulheres que lhe sobreviveram. No ringue onde elas foram lançadas, assistimos a um duro e terno embate de solidões, numa narrativa íntima, que assombra pela lucidez e comove pela universalidade.
Magistral e afinadíssimo — ainda que o tempo se deixe baralhar pelos hiatos e memórias, pelo que nunca chega a acontecer e pelo que nunca deveria ter acontecido —, Não fossem as sílabas do sábado consagra Mariana Salomão Carrara como uma das vozes mais singulares da literatura em língua portuguesa. Assenta num enredo mínimo e alcança uma proeza máxima — a de colocar a literatura ao serviço da intimidade, transportando ambas para um lugar que todos os leitores reconhecem.
Um romance lugubremente luminoso, que nos fala ao ouvido.
DETALHES
| Propriedade | Descrição |
|---|---|
| ISBN: | 9789897878367 |
| Editor: | Companhia das Letras |
| Data de Lançamento: | outubro de 2024 |
| Idioma: | Português |
| Dimensões: | 146 x 232 x 12 mm |
| Encadernação: | Capa mole |
| Páginas: | 176 |
| Tipo de produto: | Livro |
| Classificação Temática: |
Livros em Português
>
Literatura
>
Romance
|
| EAN: | 9789897878367 |
OPINIÃO DOS LEITORES
Leitura muito interessante
Raquel Coelho
Leitura com um começo muito bom e cheio de força, que se foi e esbatendo ao longo do mesmo. Para o final considerei como é que a autora sairia do enredo, e afinal terminou de forma bastante boa.
Luto, familia, amizade
CM
A Madalena perde o Miguel, a Ana perde o André e a Catarina nasce... Este livro fala de um crime e de um suicidio em simultâneo... E toda a dor que duas mulheres sentem em simultâneo. Uma escrita bonita, cuidada, num enredo simples e triste.
Eu também não posso morrer...
Márcia Pereira
É tão bonito e tão real. Senti me tão triste, muito que a Mariana conseguiu pôr em palavras muitos dos meus sentimentos e pensamentos. Muitas vezes voltava novamente ao início do capítulo porque nem conseguia acreditar de como ela estava tão certa! Gostei imenso e recomendo, principalmente, se perdeu alguem e vive com medo do esquecimento.
O melhor livro do ano
ALC
Este livro é absolutamente perfeito. A escrita da Mariana é mágica e a história tão, tão bonita, apesar de triste. Dos meus livros preferidos dos últimos anos.
Imperdível
Ler, um prazer adquirido
Não li a sinopse, o que não é habitual. E ainda bem porque o início é avassalador. Um crime não premeditado e um suicídio. Esperava um bom romance porque o “feedback” nas redes era bom. O título intriga e parti para esta leitura com alguma expectativa de que seria breve e apaixonante. A narradora é fiável e electrizante na dor e na culpa. Gradualmente e num jeitinho doce meio poético vamos conhecer três mulheres resilientes num enredo que oscila num intervalo de dez anos. Amizade e solidariedade, maternidade e infortúnios numa narrativa visceral, íntima e belíssima.
Maravilhoso
Ana
Livro muito bonito sobre família, luto, amor e amizade. A escrita bonita de Mariana Salomão Carrara neste que é o seu melhor livro.
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