Nadir Afonso Conversa com Agostinho Santos
Editor:
Âncora Editora, Janeiro de 2012 ‧
ver detalhes do produto
12,00€
20%
DE DESCONTO IMEDIATO +
10%
CARTÃO
TDJ0VFMwaDBZMk5JTm5KYWFETlBLM05oUkZSWk56SnVlV05rUmtwaU1XMXVVMVF2YmxCeFFUVk5lV0ZyTkRSUWRteGlLMmt5YzFJdlFTOUphMkZTVmpsM2VsaFFXVkJCWml0dlZsbFdjRTVEUnpCbmFIUm5aV1ZZU21sbWFqTjVSSGQ1TDJsV1NFOUxja2RJYzI0NFVEUlhaRzlpWkdKa2FtODVXa05YYURCa2Nta3lla1VyU2twamRVaDFSbFY1WWxJMFFrOU1kVk14ZDFJdlFqTXhUSHByYWxWbFEzRm9WbTA0UVUxQk0xSm5WMjUxZFRoNlprTklNMVYyWkdoMlEyMTZVbVF6YURGMk1IZ3pRbWRvYlVOWk9ISTVZWE51WkdKRE5FVndLME0wTnpONU9HUTVUSFpsTDBwQ1RERnphM2RGYkU5UlpVZzBaa1ZVUmxKbmJWSlNTRnBPTUVGSVRGcFlUVWR4V1RRclFqaDJaV3RvWkdFMmRtcFBNbEJuYWtadlpESndkV0ZhVG1WbmNHbDZXa1kxZUZZd1RuSkZLekpzUjNrelFuSjJPR05sV0VkbWQwaFJPR0UzVXpkcFlVWldSMlZQVG1oeVJ6RnJXRmM1V21aUGMyUnRZVk5CVFZrMGFrZExVelozVFZZeWVIZEtjMVZFUkRGa1VFUjFha3BhTmxCblVGbzNSR2xqV0dRNWFtZENaV3RQUTNKc1pWUnVPSG93Y0VadGFGSmFhRWN5ZDNJMWJIZG1hMmM0ZFdZclZpdG5UalZ5YzBkMldsUnJObUZOWTNFeFVtcGtjVXhoV21zNFMxTlVSblJvYVVseVluTTJWRzhyV0ZKVk4waHNTMUpTUlhGYU0yNVlhR1IwVVZORFJYcERZMEp1ZEhGR2IxTkhjRzlsV1RSSk1rTlFWRXRKWlVsTFNEQkdOMnRaTm5WVlMwMTVOemRJYWtGMVdIbzVkMnhqT0dWNFQzSlliR2d4TWtkTGJtOUliVFZ2VFV4TFJtWlFWV2RLVjJVemQwOTBiMUJFWjA1VWRqaHlhVEo2V0dOTlIzRjRWM2xNZGpsNFVVZFdZek13VkZkTVFuRnBiV2xDZGpaVmNWTldaSGhJZDI5SVl6UjNOM0IzVlRFdmF6Qk1lVGR5ZEhCUWNURmxZVFJZVFdkS1V6TnJWRk5TYlZKTU1HRlJVVzB4VkVwMVRXdERPRTh6VVd4dE5GQm1kWE0wUTAxT1EyeHRjMHRrWWt0bWQzZDJkRTRyZDA5elVVdFhSMGt3VkhodGIyUTRka3hOUVdsNk1qUnllakp5YlRGQlVrSk9ZMUZSUFE9PTpjQnJUQTM3TTYwQTUyemdlQlJROXhnPT0=
EM STOCK
-
Venda o seu livro
SINOPSE
Ao longo dos anos, e em diversos momentos, entrevistei o pintor, arquiteto e homem Nadir Afonso, e confesso que é sempre um desafio o conversar com ele. Sempre me surpreende, e dele espero sempre novas histórias, novas inquietações e novas preocupações.
Este é já o segundo livro que trabalho com ele, o que corresponde, globalmente, a intermináveis horas de conversa que ocorreram, essencialmente, em muitas manhãs e tardes e, às vezes, até estendendo-se pelas noites.
Os seus olhos, grandes, a querer romper das órbitas, sobressaem no rosto magro, parece que dançam, ou querem dançar, lado a lado com as mãos esguias, nodosas, que expressam infindáveis narrativas que nos põem ao corrente da história, da vida, das paixões, das angústias e dos sonhos de alguém que, mesmo antes dos bancos da escola, já sonhava ser pintor.
Viajando através da sua memória, da memória de um homem bem vivido e que tem hoje 91 anos, falámos de tudo. De hoje e de ontem. Nadir Afonso conversa com Agostinho Santos tenta continuar a dar voz a uma espécie de radiografia inacabada (é quase impossível escrever tudo sobre si) sobre o itinerário de um artista plástico que, apesar dos seus 91 anos - insisto em frisar a sua provecta idade -, aplica, sem qualquer esforço, uma linguagem expressiva, filosófica e bastante gestual, que proporciona um visualizar nítido do seu manancial de histórias, vividas ao longo dos tempos.
A sua lucidez impressiona-me, fala-me de nomes, episódios, datas, cidades, países, com uma fascinante precisão, como se aquilo que narra tivesse acabado de acontecer.
Recua no tempo com a maior facilidade. Viajamos por Chaves, passamos pelo Porto, deambulamos por Paris, aterramos no Rio de Janeiro e em S. Paulo, no Brasil, e regressamos a Cascais, aos dias de hoje, que, com um normal cansaço, ainda são passados a pintar, que é, afinal, o que Nadir mais gosta de fazer.
Este é já o segundo livro que trabalho com ele, o que corresponde, globalmente, a intermináveis horas de conversa que ocorreram, essencialmente, em muitas manhãs e tardes e, às vezes, até estendendo-se pelas noites.
Os seus olhos, grandes, a querer romper das órbitas, sobressaem no rosto magro, parece que dançam, ou querem dançar, lado a lado com as mãos esguias, nodosas, que expressam infindáveis narrativas que nos põem ao corrente da história, da vida, das paixões, das angústias e dos sonhos de alguém que, mesmo antes dos bancos da escola, já sonhava ser pintor.
Viajando através da sua memória, da memória de um homem bem vivido e que tem hoje 91 anos, falámos de tudo. De hoje e de ontem. Nadir Afonso conversa com Agostinho Santos tenta continuar a dar voz a uma espécie de radiografia inacabada (é quase impossível escrever tudo sobre si) sobre o itinerário de um artista plástico que, apesar dos seus 91 anos - insisto em frisar a sua provecta idade -, aplica, sem qualquer esforço, uma linguagem expressiva, filosófica e bastante gestual, que proporciona um visualizar nítido do seu manancial de histórias, vividas ao longo dos tempos.
A sua lucidez impressiona-me, fala-me de nomes, episódios, datas, cidades, países, com uma fascinante precisão, como se aquilo que narra tivesse acabado de acontecer.
Recua no tempo com a maior facilidade. Viajamos por Chaves, passamos pelo Porto, deambulamos por Paris, aterramos no Rio de Janeiro e em S. Paulo, no Brasil, e regressamos a Cascais, aos dias de hoje, que, com um normal cansaço, ainda são passados a pintar, que é, afinal, o que Nadir mais gosta de fazer.
DETALHES
| Propriedade | Descrição |
|---|---|
| ISBN: | 9789727803453 |
| Editor: | Âncora Editora |
| Data de Lançamento: | Janeiro de 2012 |
| Idioma: | Português |
| Dimensões: | 149 x 231 x 9 mm |
| Encadernação: | Capa mole |
| Páginas: | 132 |
| Tipo de produto: | Livro |
| Classificação Temática: |
Livros em Português
>
Arte
>
Pintura
Livros em Português > Literatura > Outras Formas Literárias |
| EAN: | 9789727803453 |
QUEM COMPROU TAMBÉM COMPROU
-
30%Nadir Afonso: Arquitecto e Pintor, no MundoUniversidade Lusíada Editora12,00€ 20% + 10% CARTÃO
-
Envio até 5 dias úteis30%Nadir Afonso - Obra GravadaACD Editores32,02€ 20% + 10% CARTÃOportes grátis