Nadir Afonso Conversa com Agostinho Santos
Editor:
Âncora Editora, Janeiro de 2012 ‧
ver detalhes do produto
15,00€
10% DESCONTO
CARTÃO
Tmk4MmRFazBWMFZoVkdjNFRXSjFkVTA1VjBaUmNsbG5NVmMxY20xQ1ZYWnBXV00xZDJJemFVVkxRV0ZhVTIxSFFrSkJMMHhNZWpGeFVVbDZTVXRFTlZNclRXSTNTVFF5V0M5S1pTOVFPV3ROVVZVeVVrRkxaME4wWVRSVU9ESjNaelpsWWpoSVZubFRlVE5PTW5KdVNpdE5WbGM0UTB0amNGTnNha0ZrUmpGTkx5dHFNa3BqYW1OSFJVbG5NVXdyU21WQ1UyRkthamxFZUdGbmVFbDFaMjAyTm10WWNURm9abTV3VG5kUk1ETk1VbTFXYlU1UE16TmFaVFYwYlROc2NsQkJWWEl5U1dKUVFrcHNNMWxxYXpOeE0ybEpUazVHVG5KQmVrbFVZMnBHZGpWV1lrUnpWa1JDTVU5cVZGTnhPRTA1TWxsT2NqWnVXbXRTTTFsaGFsZDJabUp5VEc0ek1XYzRRMjh6TVdOV1psaG1TR1E0ZURWU2QwVm9XRmN2YmtKSGQyWjFhMHd3UzNGbGNuUjRhMjFKVTNreGQzUkRjVzVxVUdsSGJIQnpOV2Q1Um13M1lVNUhVRVkxUWtWT2RtNTZSbWREVmtkVU5XRnpibWR0VnpCUlNsZExOSEUwWlVwaFYzWTNRWEJvZEhCMlEyNW9la1J1TjJWNmNWUm9jRmRuVTBWWWNrMW1UMFl3UzFOT1EwMTJSRzEwUXpSd2JXMUhjbGxsTVhGNVZVMWtka1l2ZFcxM05FbGtlRWRFZVhGS0t6WnliblJwU0daQ1NXWnNLMlJIV1RkbWJFdFBXV2hNU21Oa01VSktkRXBMTWpCeFJteElOa1puVjNWUWRscHliakZOVmpVMGJWVnNlbkpWWkRsalFWa3JRbU5rUmpOTVIzaEZiemhSWTJsNE0zcGtUMmwwWkZWa2QyOHJVbmhWS3pkdFZEQlJVakF4VkhGcGFGRk5ORXRtWlcxSFNtdFdhQzlKUzNaWlFqZzRRbEY0UWpCdWJFVXpObFF5VlhSc1kzZFhXblp5VlVGa1NtTnFTR3RLYTJORGN6ZHlXazU2ZGk5TmNIVm5aekUxWXpSU1dtZzFkR2RNVVRZNVRrZHZkVnAzZWtKelZWVlBabXA0SzNKSFVIWXJRMGRNV2s5ek1DOTNUa3RPTDJocVdFNHhkVUpMYzB0TFVFUnZVbTF1V21WR1FsQkhaVXRrWkcxVE5tRmhkVlpETTBJMFlXSjNlWFYxYVRsV1JVaG9VRlJDUjA5NFVrUk9TazB5TldKRGJYcEJaa2xpZUVaQ04yazNWMll3YlZaaGJGZHBZa3hqUFE9PTpkb3R1QjVVTWkvdkZXYSs1eFAxKzRnPT0=
EM STOCK
-
Venda o seu livro
SINOPSE
Ao longo dos anos, e em diversos momentos, entrevistei o pintor, arquiteto e homem Nadir Afonso, e confesso que é sempre um desafio o conversar com ele. Sempre me surpreende, e dele espero sempre novas histórias, novas inquietações e novas preocupações.
Este é já o segundo livro que trabalho com ele, o que corresponde, globalmente, a intermináveis horas de conversa que ocorreram, essencialmente, em muitas manhãs e tardes e, às vezes, até estendendo-se pelas noites.
Os seus olhos, grandes, a querer romper das órbitas, sobressaem no rosto magro, parece que dançam, ou querem dançar, lado a lado com as mãos esguias, nodosas, que expressam infindáveis narrativas que nos põem ao corrente da história, da vida, das paixões, das angústias e dos sonhos de alguém que, mesmo antes dos bancos da escola, já sonhava ser pintor.
Viajando através da sua memória, da memória de um homem bem vivido e que tem hoje 91 anos, falámos de tudo. De hoje e de ontem. Nadir Afonso conversa com Agostinho Santos tenta continuar a dar voz a uma espécie de radiografia inacabada (é quase impossível escrever tudo sobre si) sobre o itinerário de um artista plástico que, apesar dos seus 91 anos - insisto em frisar a sua provecta idade -, aplica, sem qualquer esforço, uma linguagem expressiva, filosófica e bastante gestual, que proporciona um visualizar nítido do seu manancial de histórias, vividas ao longo dos tempos.
A sua lucidez impressiona-me, fala-me de nomes, episódios, datas, cidades, países, com uma fascinante precisão, como se aquilo que narra tivesse acabado de acontecer.
Recua no tempo com a maior facilidade. Viajamos por Chaves, passamos pelo Porto, deambulamos por Paris, aterramos no Rio de Janeiro e em S. Paulo, no Brasil, e regressamos a Cascais, aos dias de hoje, que, com um normal cansaço, ainda são passados a pintar, que é, afinal, o que Nadir mais gosta de fazer.
Este é já o segundo livro que trabalho com ele, o que corresponde, globalmente, a intermináveis horas de conversa que ocorreram, essencialmente, em muitas manhãs e tardes e, às vezes, até estendendo-se pelas noites.
Os seus olhos, grandes, a querer romper das órbitas, sobressaem no rosto magro, parece que dançam, ou querem dançar, lado a lado com as mãos esguias, nodosas, que expressam infindáveis narrativas que nos põem ao corrente da história, da vida, das paixões, das angústias e dos sonhos de alguém que, mesmo antes dos bancos da escola, já sonhava ser pintor.
Viajando através da sua memória, da memória de um homem bem vivido e que tem hoje 91 anos, falámos de tudo. De hoje e de ontem. Nadir Afonso conversa com Agostinho Santos tenta continuar a dar voz a uma espécie de radiografia inacabada (é quase impossível escrever tudo sobre si) sobre o itinerário de um artista plástico que, apesar dos seus 91 anos - insisto em frisar a sua provecta idade -, aplica, sem qualquer esforço, uma linguagem expressiva, filosófica e bastante gestual, que proporciona um visualizar nítido do seu manancial de histórias, vividas ao longo dos tempos.
A sua lucidez impressiona-me, fala-me de nomes, episódios, datas, cidades, países, com uma fascinante precisão, como se aquilo que narra tivesse acabado de acontecer.
Recua no tempo com a maior facilidade. Viajamos por Chaves, passamos pelo Porto, deambulamos por Paris, aterramos no Rio de Janeiro e em S. Paulo, no Brasil, e regressamos a Cascais, aos dias de hoje, que, com um normal cansaço, ainda são passados a pintar, que é, afinal, o que Nadir mais gosta de fazer.
DETALHES
| Propriedade | Descrição |
|---|---|
| ISBN: | 9789727803453 |
| Editor: | Âncora Editora |
| Data de Lançamento: | Janeiro de 2012 |
| Idioma: | Português |
| Dimensões: | 149 x 231 x 9 mm |
| Encadernação: | Capa mole |
| Páginas: | 132 |
| Tipo de produto: | Livro |
| Classificação Temática: |
Livros em Português
>
Arte
>
Pintura
Livros em Português > Literatura > Outras Formas Literárias |
| EAN: | 9789727803453 |
QUEM COMPROU TAMBÉM COMPROU
-
10%Nadir Afonso: Arquitecto e Pintor, no MundoUniversidade Lusíada Editora15,00€ 10% CARTÃO
-
Envio até 5 dias úteis10%Nadir Afonso - Obra GravadaACD Editores40,03€ 10% CARTÃOportes grátis