Nada Muda Tudo
Editor:
Poética Edições, fevereiro de 2025 ‧
ver detalhes do produto
18,00€
10% DESCONTO
IMEDIATO
UnpCR1lYTlRVMFoyVUVob1MwNHlkRW80UVZWRFEwaHNjVkJEYkVsUlowRmFRamd3VVZKMmR6ZFpPV1ZGUjJObmJVazJPRU53WlZob2QzZHpVM0oyTlUxd1ZVOVFWRTlyYzNOSWFtNUlhblpHVEZCeGRUTlpiaXRrVUhkMGJXUkdXRTB6TjBNeU0zZFBZemhNV0RCd1RYRXhNMHhVV2xOS2JFbEtaM0JhZURkdlNrVnJZMDgxU25sSlVIZFhTMWRTYzJkbk56SkpSbkJDTW5GdWVHSlpjWEo0WkVwUFNITnJUMDVOWm5RdllUTlRjR2d2V1RWS05rOUVRbW8zVkZCeE9YcDJZVE5wVUhBck9HaGxObEJuVkZKek4wOU9iVlpoU2xwWFZGRXlMMFl5UVVKWWRVbFZjMDVsVkdaVmIwUlpRblpXT1N0QlMxRmhhM1J1ZEd4SGRreEJabTVPWWtOclFtVlpRa2RNVG5sSmFsVmplbTQ0ZVN0bFlWQnJaVWxsSzJsNWRHUlRRMDFLY3pGSWMxVXpOMVpTYUhBMlRFODRPSEZxWVdkekt6aFNjRlZSVW1ocldrdENZMEpZWkdKU1dsSkRWelpRTUhOTVRuUTVTRWgwTm5sdlQwRnJRV3hNUkVkT2F6SnZOMlpwVVhCT1dVMDNhMVpvWTFGclZUaGpTVXBIUWxaU2IwOW1iRVZGYVVFcmVtY3lNMjUzUlRkNVRGSXpPSGhtWTNKRWFUSlpjelYzVG1nMFNXeEhPRWxuTkVsRGVXdHhPRUV2UnpWalNYbHlkVXM1VkVOc1ZrWmhablZ5T1hsVFJFVkljek01V1ZoM05WbGpjRzFWS3k5T2VUQlVjRmg2T0dGTGJsSnBWbFZ4YTFWc2JuVm1NRFJWVTFSdFFtczJhRVl4VldWYU9IQTBUR0phUWpVcmIxaEJaMU5UY0RCNFduQjJia0pWTVZoR2VXeHllbGhUTm5aaVVGRm5ORm8yVmpGUWIxVkZRV3h5T1ROc05XeHhTRlJvUVV0VlkyVmtTSEpGWjJsWmNGUlhVVVJhYTNJelFUMDk6VjIyWWp1d0h2T1V1bndBTWZrbFVFQT09
EM STOCK
-
portes grátis
SINOPSE
Para desviar as atenções sobre as suas negociatas, um madeireiro da região de Basto, serviu-se de uma crendice incipiente que atribuía benéficos poderes espirituais aos gases das fossas. Transformou-a numa doutrina, que depressa começou a ser professada por multidões.
Um professor de música, na Noruega, comunicou à polícia que dois homens esfarrapados andavam à pancada, numa praia que ladeava a estrada por onde passava. Soube depois que lutavam pela posse de um frasco de vidro, hermeticamente fechado. Frasco que não tinha nada no seu interior, a não se ar. O insólito episódio fez com que o professor viesse a saber que tinha ocorrido um naufrágio. Depois descobriu que na embarcação havia um tripulante clandestino. E com o propósito de colher matéria para escrever um romance sensacional, foi no seu encalço. Até que os separatistas da ETA o dissuadiram da ideia.
No barco de pesca ao bacalhau ia mesmo um tripulante clandestino, que ali se escondia das autoridades do Estado espanhol. Apossou-se dos dados identificativos de um pobre e órfão pescador português que morreu no acidente, e veio para Portugal, fazendo-se passa por ele, para aqui adquirir documentos legais, e com eles deixar de ser o cidadão que as polícias espanholas procuravam. O padre local viu nele as condições ideais para fazer frente aos hereges dos frascos que, enganados, julgavam conter metano. O madeireiro não gostou da intromissão do nórdico nos seus particulares assuntos. Até que ordenou ao seu capataz que lhe pregasse um susto de morte.
O refugiado basco - no papel do português morto no naufrágio - conseguiu maneira de dar um magistral golpe na fortuna que, ilicitamente, o cacique das madeiras tinha acumulado. E porque o seu esquema teve de iniciar-se no local para onde haviam atraído o investigador norueguês, viu-se na obrigação de o pôr a salvo e o levar na fuga que tinha planeado. Viajaram até ao meio da Europa por vias esconsas. Sem que o nórdico alguma vez tivesse suspeitado que fora salvo pelo refugiado que perseguira ao longo de mais de 3.000 quilómetros. E sem que o basco suspeitasse que levava ao seu lado quem muito afincadamente o perseguira.
Um professor de música, na Noruega, comunicou à polícia que dois homens esfarrapados andavam à pancada, numa praia que ladeava a estrada por onde passava. Soube depois que lutavam pela posse de um frasco de vidro, hermeticamente fechado. Frasco que não tinha nada no seu interior, a não se ar. O insólito episódio fez com que o professor viesse a saber que tinha ocorrido um naufrágio. Depois descobriu que na embarcação havia um tripulante clandestino. E com o propósito de colher matéria para escrever um romance sensacional, foi no seu encalço. Até que os separatistas da ETA o dissuadiram da ideia.
No barco de pesca ao bacalhau ia mesmo um tripulante clandestino, que ali se escondia das autoridades do Estado espanhol. Apossou-se dos dados identificativos de um pobre e órfão pescador português que morreu no acidente, e veio para Portugal, fazendo-se passa por ele, para aqui adquirir documentos legais, e com eles deixar de ser o cidadão que as polícias espanholas procuravam. O padre local viu nele as condições ideais para fazer frente aos hereges dos frascos que, enganados, julgavam conter metano. O madeireiro não gostou da intromissão do nórdico nos seus particulares assuntos. Até que ordenou ao seu capataz que lhe pregasse um susto de morte.
O refugiado basco - no papel do português morto no naufrágio - conseguiu maneira de dar um magistral golpe na fortuna que, ilicitamente, o cacique das madeiras tinha acumulado. E porque o seu esquema teve de iniciar-se no local para onde haviam atraído o investigador norueguês, viu-se na obrigação de o pôr a salvo e o levar na fuga que tinha planeado. Viajaram até ao meio da Europa por vias esconsas. Sem que o nórdico alguma vez tivesse suspeitado que fora salvo pelo refugiado que perseguira ao longo de mais de 3.000 quilómetros. E sem que o basco suspeitasse que levava ao seu lado quem muito afincadamente o perseguira.
DETALHES
| Propriedade | Descrição |
|---|---|
| ISBN: | 9789899241015 |
| Editor: | Poética Edições |
| Data de Lançamento: | fevereiro de 2025 |
| Idioma: | Português |
| Dimensões: | 153 x 249 x 16 mm |
| Encadernação: | Capa mole |
| Páginas: | 244 |
| Tipo de produto: | Livro |
| Classificação Temática: |
Livros em Português
>
Literatura
>
Romance
|
| EAN: | 9789899241015 |
OPINIÃO DOS LEITORES
Nada à vista
Valeriano Varela
Ao ler este romance, tenho a certeza de que viajei no tempo ficando mais culto o meu eu. É o autor no seu melhor. Recomendo esta obra pelo seu enredo, mas acima de tudo pela sua escrita figurativa. Adorei.
QUEM COMPROU TAMBÉM COMPROU
-
Nas Sombras dos Holofotes10%Europa Editora17,55€
19,50€portes grátis -
Banana Split10%Publicações Europa-América16,50€ 10% CARTÃOportes grátis