Na Vertigem da Traição
SINOPSE
DETALHES
| Propriedade | Descrição |
|---|---|
| ISBN: | 9789898760418 |
| Editor: | Parsifal PT |
| Data de Lançamento: | julho de 2017 |
| Idioma: | Português |
| Dimensões: | 149 x 230 x 25 mm |
| Encadernação: | Capa mole |
| Páginas: | 432 |
| Tipo de produto: | Livro |
| Classificação Temática: |
Livros em Português
>
Literatura
>
Romance
|
| EAN: | 9789898760418 |
OPINIÃO DOS LEITORES
Na vertigemda traição
https://leiturasemclube.blogspot.com/
A história, como consta na capa, é sobre Miguel Domingos, que foi encontrado morto num pinhal nos arredores de Lisboa, em 1951. Miguel Domingos era membro do Partido Comunista Português, vivia na clandestinidade e depois de ter estado na origem da revolta da Marinha Grande, viveu em Espanha e França, onde combateu contra Franco e Hitler. Em 1949 foi afastado do Comité Central e caiu em desgraça. Quando o cadáver é descoberto, mesmo os seus irmãos têm dificuldade em identificá-lo, o que adensa o mistério. E a história de Miguel Domingos e os anos que antecederam a sua morte são o pretexto para uma viagem pela história da Europa e sobretudo de Portugal na primeira metade do século XX. Para um continente em guerra e com fronteiras vigiadas e um país pobre e onde imperava a censura e a polícia política. E é justamente aqui que, em meu entender, o autor se estende e alonga em demasia, o que é, contudo, justificado pela necessidade de contextualizar o momento político que se vivia.
Uma viagem ao nosso passado
Ana Vargas
Já li outros livros deste autor, Carlos Ademar, e, particularmente no anterior, O Chalet das cotovias, gostei das possibilidades em aberto relativamente a um crime cujo responsável nunca foi descoberto. Também neste livro, como naqueloutro, não me pareceu que o autor receasse explorar o que não era factual, ou falhasse aqui, como em livros de outros autores, em que percebemos o que é verdade e o que foi imaginado para colmatar os espaços em branco ou para reforçar a história que se quer contar.
Muito bom!
Maria Barreiro
Um bom livro, bem escrito, sem pieguices e com uma pesquisa que se percebe que foi bem feita. Escrever sobre um período histórico recente nunca é fácil, até porque muitos dos leitores viveram esse período, e as tendências estão vivas. Fazê-lo desapaixonadamente, sem parti pris, é ainda mais difícil. O autor conseguiu.
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