Na Ponta da Língua
Mais de 200 PALAVRAS que ajudam a falar e a escrever melhor
SINOPSE
Fetiche, maquiavélico ou estoico são palavras recorrentes no nosso léxico, mas entendemos bem o seu sentido? Sentimo-nos à vontade para usar termos como alvíssaras, gentrificação ou distopia? E conhecemos vocábulos como heurística, misantropo e gongórico para nos explicarmos de forma mais precisa?
DETALHES
| Propriedade | Descrição |
|---|---|
| ISBN: | 9789897244100 |
| Editor: | Clube do Autor |
| Data de Lançamento: | fevereiro de 2018 |
| Idioma: | Português |
| Dimensões: | 159 x 250 x 18 mm |
| Encadernação: | Capa mole |
| Páginas: | 232 |
| Tipo de produto: | Livro |
| Classificação Temática: |
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Livros em Português > Literatura > Linguística e Filologia |
| EAN: | 9789897244100 |
OPINIÃO DOS LEITORES
Termos portugueses pouco conhecidos
Telma N
Um livro que serve para alargar o léxico de termos difíceis, muitos dos quais nem nunca tinha ouvido falar, como por exemplo, "Ordálio" ou "Hagiografias".
Um livro recheado de curiosidades!
N.
Neste livro somos guiados pela mão do autor numa viagem fascinante pela História através do significado e origem das palavras. Escrito de uma forma cativante e esclarecedora, este livro é daqueles que não queremos que acabe nunca. Foi o primeiro livro que li do autor e foi o suficiente para querer ler o resto das suas obras!
Prático e rigoroso
Olga Brochado
"Na ponta da língua" reúne um aconjunto significativo de termos, "arrumados" por épocas, essenciais para uma cultura geral satisfatória. Para além da organização, que facilita a consulta e ajuda a organizar as ideias, cada termo explorado abre caminho ao seguinte, estabelecendo uma sequência muito interessante. Por outro lado, tem a virtude de agrupar num único volume vocábulos, com explicações rigorosas e bem desenvolvidas, que as pessoas ouvem com alguma frequência, mas nem sempre compreendem nem se dispõem a procurar. Muito bem conseguido.
Um acto de inteligência
Álvaro Lira, Março de 2018
O livro é, acima de tudo, um acto de inteligência, entendendo eu aqui por inteligência a capacidade de alguém, a partir dos saberes e dos meios à sua disposição, construir algo de novo, de útil e interessante. Para uma pessoa da minha geração — tenho quase 80 anos — que teve uma sólida formação escolar, liceal e universitária, o livro pouco ensina. Não digo isto por presunção, mas porque para além do que objectivamente nos foi ensinado, aprendemos hábitos de leitura, métodos de trabalho, processos de trazer à tona a nossa natural curiosidade — elemento essencial da inteligência — o que permitiu evoluir culturalmente ao longo da vida. Porém, para aqueles — e são muitos, infelizmente — que não sabem onde desagua o rio Mondego ou quem terá sido a esposa de D. Afonso Henriques, mas que sabem na ponta da língua como se chamava e que marca de roupa interior usava, a segunda namorada do vocalista da banda, dita musical, “Whatever the name”, para esses, o livro pode ser útil e interessante, se souberem ler. Para outros ainda, serão pérolas dadas a quem as não sabe usar. A leitura é fácil, fluída, entusiasmante, tocando por vezes e na justa medida, o limbo do lúdico, que é palavra que, infelizmente, não vem incluída no cuidadoso rol. Às vezes dá vontade de combinar um encontro informal com o autor, simplesmente para conversar. Parabéns, pois, pela feliz ideia. E os agradecimentos de um cidadão que assiste impotente à degradação cultural da sociedade a que pertence. Apenas duas notas críticas: A primeira, respeitante ao que é dito a propósito do termo Sacramento. Na verdade, dos actuais sete sacramentos do Catolicismo, Jesus terá instituído apenas o Baptismo e a Eucaristia, não sendo, aliás, o Baptismo original no Cristianismo. Os outros cinco, Confirmação ou Crisma; Confissão, Reconciliação ou Penitência; Unção dos enfermos; Ordem; e Matrimónio são obra de um teólogo e filósofo escolástico que viveu na primeira metade do séc. XII e que se chamou Petrus Lombardus [ca. 1100 – ca. 1160]. É uma personalidade importante na sua época e foi ordenado sacerdote em data desconhecida, mas daí a ser o criador de nada menos do que cinco dos sete sacramentos da Santa Madre Igreja Católica Romana, quando os dois em vigor durante mais de mil anos tinham como autor o próprio Cristo, dá que pensar. A segunda, vai para aquilo a que eu chamo de infelicidade do autor e a da editora ao adoptarem o chamado Novo Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa de 1990. Não é assunto que caiba aqui ser discutido, mas conhecem-se as profundas e abundantes razões que levaram eminentes personalidades da Cultura Portuguesa, particularmente no campo da Literatura e da Linguística, a repudiar liminarmente tal confuso, ambíguo e mal fundamentado documento. Álvaro Lira, Março de 2018
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