Mulheres Condenadas
Histórias de Dentro da Prisão
SINOPSE
Em Mulheres Condenadas, o leitor é convidado a «entrar na prisão» — que, neste caso, tem apenas cinquenta camas e se situa numa sossegada vila alentejana — e, através das narrativas das reclusas, compreender os sentidos e significados da punição.
Lugar de ambivalências, a prisão continua a despertar medo e curiosidade. Muitas histórias se escondem atrás dos muros, onde o tempo fica suspenso, numa interrupção involuntária da vida em sociedade. Mas o que sabemos sobre quem ali vive? Considerando trajectórias pessoais, experiências de violência, exclusão social e pobreza, bem como o contexto da prática de crimes e de encarceramento, este livro assume-se como um contributo para a reflexão sobre o sistema penitenciário português.
DETALHES
| Propriedade | Descrição |
|---|---|
| ISBN: | 9789896713805 |
| Editor: | Tinta da China |
| Data de Lançamento: | junho de 2017 |
| Idioma: | Português |
| Dimensões: | 129 x 186 x 14 mm |
| Encadernação: | Capa mole |
| Páginas: | 208 |
| Tipo de produto: | Livro |
| Classificação Temática: |
Livros em Português
>
Ciências Sociais e Humanas
>
Sociologia
|
| EAN: | 9789896713805 |
OPINIÃO DOS LEITORES
Muito interessante!
BD
Nota-se que este livro advém de um trabalho académico cuidado, mas os dados e estatísticas apresentados não o tornam aborrecido, muito pelo contrário - dão contexto ao leitor e ajudam a perceber melhor a realidade vivida por estas mulheres. Gostei muito de conhecer as histórias abordadas, senti muita empatia por grande parte delas. Fiquei a conhecer também pormenores e detalhes sobre a vida numa prisão feminina, uma realidade que me era completamente desconhecida e muitas vezes ignorada pela sociedade.
Genial!
JClaro
Um livro excepcional! Para alem de versar sobre uma temática ainda tabu e pouco difundida tem um estilo de escrita "delicioso". De leitura "fácil", mesmo para quem não é da área das ciências humanas como eu. Todas as pessoas deviam ler este livro e assim talvez passassem a entender que algumas pessoas que estão detidas, só o estão por nós, pela sociedade, não ser capaz de dar respostas atempadas e á altura. Não será legitimo que uma vitima de violência domestica vendo a incapacidade da sociedade, policia em agir um dia dê um grito de revolta e mate o seu carrasco? Deixo a pergunta no ar...
QUEM COMPROU TAMBÉM COMPROU
-
Envio até 10 dias úteis20%Prisão de MulheresEuropress5,94€
7,42€portes grátis -
20%Caminhos para a PrisãoEdições Húmus10,18€
12,72€portes grátis