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Morte nas caves

de Lourenço Seruya
Livro eBook
Editor: Porto Editora, maio de 2025 ‧
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A noite chegou e as Caves Ferreira receberam o jantar de verão dos seus colaboradores. O ambiente foi de alegria e celebração, e já passava da meia-noite quando os últimos funcionários deixaram o edifício. No entanto, um deles voltou atrás… Na manhã seguinte, o seu corpo é encontrado numa poça de sangue junto ao túnel que atravessa as Caves, apresentando sinais de ter sido agredido com violência. O inspetor Bruno Saraiva, recentemente transferido para a Polícia Judiciária do Porto, é chamado para liderar a investigação. Um estranho pormenor salta imediatamente à vista: os registos mostram que todos os funcionários saíram das Caves antes da hora do crime. Haveria mais alguém nas Caves naquela noite? Como terá conseguido apagar o seu rasto? Com poucas evidências que indiquem a identidade ou a motivação do assassino, a polícia terá de mergulhar no passado da vítima para chegar à verdade. Conseguirá fazê-lo a tempo de evitar mais um homicídio?
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Lourenço Seruya de A a W

De A a W é uma rubrica do Wookacontece, na qual desafiamos um convidado a percorrer as letras do abecedário dizendo para cada uma delas o que bem entender. O resultado é sempre uma incógnita. Desta vez, o nossa convidado é Lourenço Seruya, (Lisboa, 1992). Ator profissional em teatro, televisão e cinema e professor de Expressão Dramática, Seruya estreou-se na literatura policial com A Mão que Mata, a que se seguiram os títulos A Maldição, Crime na Quinta das Lágrimas e Crime na Aldeia, consolidando uma voz própria no panorama do thriller nacional.
Em Morte nas Caves, o seu mais recente romance, Seruya transporta-nos para o interior das emblemáticas Caves Ferreira, em Vila Nova de Gaia, onde decorre uma visita guiada que rapidamente se transforma num pesadelo. Quando um dos visitantes é encontrado morto em circunstâncias suspeitas, todos os presentes passam a ser potenciais suspeitos. Cabe ao inspetor Bruno, figura já conhecida dos leitores, desvendar o mistério num cenário labiríntico, onde o vinho envelhece há décadas — e onde também parecem esconder-se segredos sombrios. Com um ambiente denso, ritmo inquietante e um enredo cheio de reviravoltas, o autor volta a afirmar-se como um nome sólido do policial português.
Neste De A a W, o autor lança algumas pistas sobre o mistério que aguarda os leitores neste thriller em que a ameaça é uma presença latente.   De A a W Lourenço Seruya A – Avançar. Mesmo sem conhecermos o destino.

B – Beber. Café, sobretudo. Essencial para me concentrar e estimular.

C – Caves Porto Ferreira. O local do crime.

D – Disciplina. Foi graças a ela que consegui planear e escrever este livro em apenas 4 meses.

E – Éclair. O bolo que o Inspetor come durante a sua primeira cena deste livro.

F – Família. Todas têm os seus conflitos, e neste livro não é exceção. G – Gaia. A zona onde decorre grande parte da ação da história.

H – Horas. As horas a que as personagens saíram do local do crime têm muito que se lhe diga.

I – Ideias. As melhores amigas de um escritor. J – Jardim do Morro. Uma das melhores vistas sobre a cidade do Porto, e o local onde o Inspetor tem uma conversa muito importante.

K – Kinder. Comi alguns durante a escrita, assim como M&M’s de amendoim.

L – Lembrar. Há personagens que não se querem lembrar do passado.

M – Mudança. Este livro marca uma mudança muito importante no meu percurso e também no do Inspetor Bruno Saraiva.

N – Narrativas secundárias. Ligadas a temas atuais e que merecem a nossa atenção.

O – Olhos. Para ler o que está escrito e o que está nas entrelinhas. P – Pormenores. Há vários nesta história e muitos deles são pistas para o leitor poder investigar ao mesmo tempo que lê.

Q – Questões. Colocadas pelos inspetores. Mas quão verdadeiras são as respostas?

R – Rio Douro. Também surge nestas páginas, ondulante e escuro.

S – Silêncio. Essencial para me conseguir concentrar e escrever.

T – Tempo. A passagem do tempo é o maior mistério.

U – União. A que se estabelece entre os inspetores.

V – Verdade. Investigar é correr atrás da verdade.

W – Wook. Onde gasto uma fortuna mas não me arrependo.

Morte nas caves

de Lourenço Seruya

Propriedade Descrição
ISBN: 978-972-0-05528-6
Editor: Porto Editora
Data de Lançamento: maio de 2025
Dimensões: 152 x 235 x 22 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 332
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Policial e Thriller
EAN: 978972005528611
Idade Mínima Recomendada: Não aplicável

Maravilhoso como os anteriores

Vanessa Maia

Thriller português que não fica a dever nada aos nórdicos. O Lourenço Seruya escreve crime como quem conta segredos ao ouvido: perto, sufocante, viciante. E bónus: o autor é das pessoas mais queridas que já conheci. Felizmente tenho o meu livro autografado. Morte nas Caves prova que temos autores nacionais a fazer thrillers de nível mundial. Anciosa pelo próximo livro!

Foi você que pediu… um Porto Ferreira

Nogueira Pinto

Primeiro livro lido do autor, na verdade nem o conhecia não fosse a newsletter da wook. Comecei pelo último e já tenho o Crime na Quinta das Lagrimas para ler. Escrita agradável, thriller bem elaborado num local muito bem escolhido para a narração da obra. O Autor Lourenço Seruya sugere uma visita às caves, na nota do autor, onde se desenrola a ficção, eventualmente pelo apoio que obteve, devo dizer, no entanto, que os preços da visita são altos face à visita. Uma sugestão ao autor e particularmente ao marketing da editora, porque não um voucher (por exemplo de 5€) na compra do livro. Lucravam todos, o autor, a editora, as caves e o leitor.

Excelente

A.R.

É um policial que se lê de um só fôlego: está muito bem escrito, a narrativa bem urdida, os locais são descritos de modo totalmente fiel à realidade (parece que estamos lá!) e, além do mistério que rodeia a história, trata também um problema social muito relevante. Resumindo: é excelente, como, aliás, já nos habituou este autor.

Brilhante

Joana Perfeito

Como sempre Lourenço Seruya a saber “prender” o leitor do início ao fim

Um thriller nacional que surpreende

João

Lourenço Seruya consegue prender-nos desde as primeiras páginas com uma narrativa envolvente e cheia de suspense. A escrita é fluida, os personagens são credíveis e a tensão mantém-se até ao fim. Gostei especialmente da forma como a história se desenrola num cenário português, o que dá ainda mais realismo. Uma leitura viciante para quem aprecia mistério e thrillers policiais.

Relações entre as pessoas

APS

Como policial, o livro é simples. Aquilo que me agradou mais, foi a abordagem dos diferentes tipos de relação entre as pessoas, assumindo que todos eles são aceitáveis e que o mais importante é os casais sentirem-se confortáveis com a relação que têm. Não há relações tabu e a sinceridade e o diálogo são fundamentais.

Adorei!

Vanessa Ferrão

Tal como o primeiro e último livro do autor, adorei. Uma escrita de fácil leitura, com capítulos curtos que nos deixam constantemente com curiosidade para com os próximos, uma história muito bem idealizada e sempre com o seu quê de surpreendente. Sou fã do autor e de mais um livro dele. Recomendo

Bom enredo

RR

Mais uma vez, Lourenço Seruya constrói um bom enredo e cria um bom policial. É, sem dúvida, um bom entretenimento.

Um livro imperdível!

Teresa Bettencourt

Acabei ontem de ler Morte nas Caves e consegui fazê-lo em 1 semana! Confesso que estou a ficar fã de Lourenço Seruya, de quem já lera o seu primeiro livro A Mão que Mata. Uma verdadeira caixinha de surpresas! A técnica de escrita do autor é extraordinária e faz-nos continuar a leitura, à procura de situações/ comportamentos de personagens que ele deixa em suspenso e só mais tarde revela, muitas vezes em capítulos seguintes. Que imaginação ele coloca na atuação do inspetor Bruno e as voltas que dá até à descoberta do homicida! Mais um livro que recomendo. Já adquiri os outros 3 livros dele que chegaram na semana passada. Fico curiosa...

Morte nas Caves

Susana Frazão

Lourenço Seruya está de regresso com mais um policial vertiginoso. A escrita do autor transporta-nos para os locais descritos de uma forma muito vívida, neste livro viajamos até ao Porto e sempre com personagens bem construídos e delineados que nos prendem a cada página. Os capítulos curtos e de fácil leitura, as pistas e os enigmas fazem-nos querer chegar rapidamente ao assassino . Uma excelente leitura.

Imperdível

Sónia Ferreira

Continuo rendida à série Bruno Saraiva. "Morte nas Caves" foi outra excelente leitura. Adorei o novo cenário - Porto - e as Caves Ferreira que é tão original. Tenho pena de ainda não ter visitado as Caves para ter o cenário presente na memória e imaginar o espaço onde a história se desenvolve. Gostei muito do caso policial e como o autor dá as informações aos poucos, metendo por ali mudanças de ponto de vista para outros personagens para manter o suspense. Jogada de mestre. De facto, eu adoro a estrutura dos livros do Lourenço Seruya: os capítulos com cenas que mudam de ponto de vista entre o grupo de personagens. Os próprios personagens são super bem caraterizados. Os enredos têm a dose certa de mistério, suspense e são tão intrigantes.

...

Sónia

Tem havido uma evolução significativa na escrita e nas estórias do autor. Para mim, o primeiro volume da série foi absolutamente sofrível mas tenho dado uma oportunidade as suas obras e tenho gostado das melhorias. Não são estórias que poderiam ser escritas por um Nobel, mas cumprem uma função que também considero importante na literatura. No entanto, este volume, apesar de ter uma estória super apelativa, ficou um pouco aquém do anterior, que continua a ser o meu favorito. É a uma série que quero continuar a seguir e que recomendo.

SOBRE O AUTOR

Lourenço Seruya

Lourenço Seruya nasceu em Lisboa, em 1992. Concluiu em 2015 o Curso de Formação de Atores da ACT – Escola de Atores e trabalha há mais de dez anos em teatro, televisão e cinema. Paralelamente à representação, é professor de Expressão Dramática e orienta formações de team building para empresas através do Teatro em Equipa. Estreou-se na literatura policial com A mão que mata, ao qual se seguiram A maldição, Crime na Quinta das Lágrimas, Crime na aldeia, Morte nas Caves e Morte no Parque. No seguimento da sua atividade enquanto escritor, dá aulas de Escrita Criativa. Tem um irmão gémeo.

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