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Moby Dick - Volume 2

de Chabouté
Editor: Levoir, novembro de 2023 ‧
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RECOMENDADO PELO PLANO NACIONAL DE LEITURA
Na primeira metade do século XIX, o óleo de baleia era muito usado e extremamente valioso. A única maneira de o conseguir era através da caça à baleia. As viagens destes marinheiros podiam durar até três anos e eram arriscadíssimas. Somente o alto valor do barril de óleo de baleia justificava o esforço destes homens.

Esta caça em alto-mar durante tanto tempo num ambiente insalubre corrói a psique dos homens, especialmente a do capitão Ahab, que entra numa espiral de loucura na caça à baleia branca. A tripulação está refém da obsessão do seu capitão. Ahab tem apenas um objetivo: caçar e matar a fera que lhe arrancou a perna. Moby Dick... um nome que soa como uma lenda perigosa. É um nome que mete medo à tripulação e a todos os baleeiros que a encontram, todos eles condenados do mar e habituados aos perigos do oceano. No rasto do cachalote branco, as águas cheiram a morte...

Consumido pela sua sede de vingança, Ahab decompõe-se fisicamente. O seu ódio transformou-se em loucura. De tal forma que os seus homens se interrogam: o verdadeiro perigo está no mar ou a bordo?

Moby Dick - Volume 2

de Chabouté

Propriedade Descrição
ISBN: 9789896829179
Editor: Levoir
Data de Lançamento: novembro de 2023
Idioma: Português
Dimensões: 275 x 198 x 11 mm
Encadernação: Capa dura
Páginas: 144
Tipo de produto: Livro
Coleção: Novela Gráfica - VII Série
Classificação Temática: Livros em Português > Banda Desenhada > Aventura
EAN: 9789896829179

SOBRE O AUTOR

Chabouté

Christophe Chabouté nasceu na Alsácia em 1967, vive atualmente na ilha de Oléron. Publicou as suas primeiras ilustrações em 1993, Récits, um álbum coletivo sobre Arthur Rimbaud. A sua cor preferida é o preto e branco. Deixa ao leitor a liberdade de acrescentar a sua própria cor. O preto e branco é simplesmente o seu modo de expressão. Na sua cabeça, está escrito que as histórias que conta são a preto e branco para se libertar de constrangimentos estéticos e narrativos. Só utiliza a cor se esta acrescentar significado à história. Trabalha com sinceridade e emoção pura, com uma economia de meios. O Festival de Angoulême reconheceu-o quando lhe atribuiu um Alph-Art Coup de Coeur.

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