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Mirandela - A Belém Transmontana

Criptojudaísmo, Inquisição e alheiras, que relação?

de Jorge José Alves Ferreira
Editor: Lema d`Origem, março de 2026 ‧
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No início do mês de dezembro de 1496, o rei D. Manuel I decretou a expulsão de judeus e mouros do reino, se não se quisessem converter à fé de Cristo. A maioria ficou e foi batizada em pé, ficaram conhecidos como cristãos-novos, para se distinguirem dos cristãos tradicionais, os cristãos-velhos.

Alguns judeus olhavam para Trás-os-Montes, na impossibilidade de rumarem a Oriente, como a Terra Prometida e alguns viam em Mirandela a Belém, onde havia de nascer o Messias prometido na Lei, e nos montes ao redor da vila o Monte Sinai, como afirmou Jacob Lopes perante os inquisidores.

As alheiras, o produto que mais longe leva o nome de Mirandela, segundo a tradição oral, teriam sido invenção dos judeus com o objetivo de ludibriarem os olhos da Inquisição. Será que as fontes confirmam esta lenda?

Mirandela - A Belém Transmontana

Criptojudaísmo, Inquisição e alheiras, que relação?

de Jorge José Alves Ferreira

Propriedade Descrição
ISBN: 9789899237766
Editor: Lema d`Origem
Data de Lançamento: março de 2026
Idioma: Português
Dimensões: 153 x 231 x 11 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 176
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > História > Etnografia
EAN: 9789899237766

SOBRE O AUTOR

Jorge José Alves Ferreira

Jorge Alves Ferreira nasceu, a 18 de janeiro de 1959, na Dorna, freguesia de Póvoa de Agrações, concelho de Chaves. As primeiras letras aprendeu-as na Escola Primária da sua aldeia, onde concluiu a antiga quarta classe.
É licenciado em História e mestre em Estudos Portugueses Multidisciplinares (especialização em História), com a tese "A presença cristã nova em Chaves no tempo dos Filipes (1580-1640)", pela Universidade Aberta de Lisboa.
Proferiu palestras sobre a presença judaico/cristã-nova em Chaves, no "Seminário de História Religiosa da Universidade Católica do Porto", nas Casas Regionais dos Transmontamos de Lisboa e Porto, na Escola Secundária de Valadares, em Lebução, em Bragança, no Congresso Terra(s) de Sefarad, e em Vila Real.
Desde 2019 é diretor da Revista Fórum, órgão de divulgação do Fórum Galaico-transmontano, que tem a particularidade de ser bilingue.
É autor de várias monografias de freguesias dos concelhos de Chaves e Valpaços.
Entre 2017 e 2021, participou na organização de quatro edições dos Simpósios História e Património Judaicos, onde, no I e IV, apresentou comunicações (O Resgate dos Marranos Transmontanos e Os judeus no concelho de Vinhais). Em 2015, ajudou a fundar o Centro de Estudos Judaicos do Alto Tâmega (CEJAT), sendo seu diretor até 2019, quando aquele Centro deu lugar à Academia para o Estudo da História e Património Sefarditas de Trás-os-Montes (Academia Montsefarad), na qual liderou a Comissão Instaladora.

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