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Mi Lucha (Cartoné)

de Adolf Hitler
idioma: espanhol
Editor: HISPAMERICA BOOKS, fevereiro de 2026 ‧
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Mi lucha (en alemán: Mein Kampf) es un libro escrito por Adolf Hitler, combinando elementos autobiográficos con una exposición de ideas propias de la ideología política del nacionalsocialismo. La primera edición fue lanzada el 18 de julio de 1925. El libro perfila las ideas principales que el régimen alemán llevaría a término durante su gobierno. Por ejemplo, denunciaba que el esperanto era parte de un complot judío, y argumenta sobre la vieja idea nacionalista alemana de Drang nach Osten: (Incentiva hacia el Este) la necesidad de ganar Lebensraum (espacio vital) hacia el Este, especialmente en Rusia. Hitler empleaba las tesis principales del «peligro judío», que hablaba de una conspiración judía para ganar el liderazgo mundial. Aun así, explica muchos detalles de la niñez de Hitler del proceso por el que se volvió cada vez más antisemita y militarista, especialmente durante sus años en Viena. En el segundo capítulo, escribe sobre cómo veía a los judíos en las calles de la ciudad, y entonces se pregunta: «¿eran aquellos alemanes?».

Mi Lucha (Cartoné)

de Adolf Hitler

Propriedade Descrição
ISBN: 9788417958114
Editor: HISPAMERICA BOOKS
Data de Lançamento: fevereiro de 2026
Idioma: Espanhol
Dimensões: 21 x 15 x 23 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 336
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Espanhol > Outros
Livros em Espanhol > Literatura > Biografias
EAN: 9788417958114

SOBRE O AUTOR

Adolf Hitler

Adolf Hitler foi um monstro. O Führer, ditador do Reich alemão, matou 6 milhões de judeus no Holocausto, um dos maiores genocídios de sempre, e ainda 2,5 milhões de prisioneiros soviéticos, 2 milhões de polacos, 400 mil sérvios, 270 mil deficientes, 100 mil ciganos, 10 mil homossexuais, 7 mil republicanos espanhóis, 5 mil testemunhas de Jeová e 3 mil padres católicos. Nasceu na Áustria, em 1889, filho de um funcionário aduaneiro de 52 anos e de uma jovem camponesa. Ressentido, tímido, instável e preguiçoso, amava a mãe, mas era hostil à figura autoritária do pai. Estudou em Linz e decidiu ir para Viena em busca do seu sonho: queria ser pintor. Contudo, chumbou na admissão às Belas-Artes e ficou a morar em albergues para vencidos da vida, às vezes na rua. Viena era, para Hitler, a decadente cidade do incesto e, pior, a cidade dos judeus e dos comunistas. Despojado de toda a compaixão, começou a alimentar obsessões salvíficas, elegendo o homem ariano como a única raça fundadora de cultura e civilização. Hitler não gostava de trabalhar. Salvou-se da mendicidade com a tropa. Foi para a Alemanha em 1913 e voluntariou-se para combater na I Guerra Mundial. Juntou-se ao Partido Alemão dos Trabalhadores, precursor do Partido Nacional-Socialista dos Trabalhadores Alemães, em 1919, e tornou-se seu líder em 1921. Em Munique, tentou tomar o poder com um golpe de Estado. Acabou na prisão, onde ditou o Mein Kampf (A Minha Luta), a sua autobiografia e manifesto político. Em 1933, um ano depois de se ter naturalizado alemão, tornou-se chanceler do país que o adotou – e que conduziu à II Guerra Mundial. Perante a iminência da derrota, suicidou-se em 1945.

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