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Mexico, Juan Rulfo Fotografo

de Juan Rulfo
idioma: espanhol
Editor: INSTITUTO CERVANTES, Janeiro de 2009 ‧
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Catálogo de la exposición «México: Juan Rulfo fotógrafo» que se exhibirá en varios centros del Instituto Cervantes.La muestra recoge en más de setenta imágenes en blanco y negro la vocación fotográfica del gran escritor mexicano. A través de sus fotografías de desiertos, arquitecturas, rostros y muros desnudos se puede apreciar la estrecha vinculación que existe entre la fotografía y la obra literaria del autro de Pedro Páramo.El catálogo incluye textos de Carlos Fuentes, Margo Glantz, Jorge Albero Lozoya, Eduardo Rivero, Víctor Jiménez y Erika Billeter.

Mexico, Juan Rulfo Fotografo

de Juan Rulfo

Propriedade Descrição
ISBN: 9788488252975
Editor: INSTITUTO CERVANTES
Data de Lançamento: Janeiro de 2009
Idioma: Espanhol
Dimensões: 225 x 230 x 23 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 221
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Espanhol > Arte > Revistas de Arte
EAN: 9788488252975

SOBRE O AUTOR

Juan Rulfo

Juan Rulfo (México, 1917-1986) é talvez o autor sul-americano mais comentado, elogiado e imitado do século XX.
Toda a sua obra literária conhecida, que reunida pouco ultrapassa as 300 páginas, é considerada como fundadora, origem de uma nova forma de literatura, que deu lugar a escritores como Gabriel García Márquez, um dos seus mais famosos e reconhecidos devedores.
De Pablo Neruda a Carlos Fuentes, de Octávio Paz a Jorge Luis Borges e Juan Carlos Onetti, abundam os testemunhos de admiração dos seus pares e o assombro e desconcerto da crítica.
Em contraste com este enorme rumor a rodear a escassa obra de Rulfo, está o silêncio em que desapareceu o escritor desde a publicação, em 1955, de Pedro Páramo e até à sua morte, em janeiro de 1986. Silêncio este apenas interrompido pela revelação esporádica, por parte de jornalistas, da iminente "saída" de uma nova novela, La cordillera, que acabou por se tornar mítica.
As tentativas de explicar esta prematura interrupção da escrita de um dos mais marcantes escritores contemporâneos no auge da sua fama contribuiu para aprofundar a «lenda Rulfo», não faltando comparações com a de Rimbaud.
Em finais de 1958 escreveu a sua segunda novela, O Galo de Ouro concebida originalmente para servir como argumento para cinema e publicada em livro em 1980.
Vencedor do Prémio Nacional de Literatura, em 1970 Juan Rulfo é hoje um nome cimeiro da Literatura Mundial, estando a sua obra traduzida em mais de cinquenta línguas.

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