Memórias de um Prisioneiro de Guerra

de António Júlio Rosa

editor: Campo das Letras, abril de 2003
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Os motivos que me levaram a escrever este livro foram, acima de tudo, transmitir as experiências e os factos vividos durante a minha juventude e, em particular, o sofrimento duma guerra colonial de má memória. É um livro que escrevo a partir do que a memória guardou para dá-lo a conhecer aos meus contemporâneos e vindouros. Foram momentos notoriamente difíceis que, muitas vezes, revivo quando encontro velhos amigos, ou me encontro só, ou mesmo antes de adormecer. Os factos que vou apresentar reportam-se ao período compreendido entre Janeiro de 1967 e o final de Dezembro de 1970 [Guiné-Bissau e Guiné Conakry].

Memórias de um Prisioneiro de Guerra

de António Júlio Rosa

Propriedade Descrição
ISBN: 9789726107163
Editor: Campo das Letras
Data de Lançamento: abril de 2003
Idioma: Português
Dimensões: 134 x 209 x 24 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 176
Tipo de produto: Livro
Coleção: Campo da Memória
Classificação temática: Livros em Português > Literatura > Memórias e Testemunhos
EAN: 9789726107163
Idade Mínima Recomendada: Não aplicável
António Júlio Rosa

António Júlio Rosa natural de Abrunhosa-a-Velha, povoação do concelho de Mangualde e distrito de Viseu, nasceu no dia 11 de maio de 1946. Chegada a idade militar, seguiu para Mafra, onde frequentou o Curso de Oficiais Milicianos. Após o Juramento de Bandeira, entrou na Escola Prática de Artilharia, em Vendas Novas. Aqui tirou a especialidade de atirador de Artilharia. Em 10 de dezembro de 1967, embarcou no semicargueiro, Alfredo da Silva, rumo à Guiné-Bissau. Desembarcou no dia 20 de dezembro de 1967. Na madrugada do dia 3 de janeiro de 1968 passou a prisioneiro-de-guerra e levado para a Guiné-Conacri. Na Guiné-Conacri permaneceu um longo e doloroso cativeiro, até 21 de novembro de 1970. Nesta noite, um grupo de fuzileiros comandado pelo Sr. Comandante Cunha e Silva que integravam a "Operação Mar Verde" concebida pelo Sr. Comandante Alpoim Calvão, (já falecido), restituiu os prisioneiros à liberdade. Antes de escrever o livro nunca se referia ao cativeiro, mesmo em conversa com os familiares ou amigos. O trauma jazia na sua mente… Em janeiro de 2000, decidiu finalmente escrever o livro: "Memórias de um Prisioneiro de Guerra". Foi a libertação dos problemas psicológicos que o atormentavam... Faleceu no dia 6 de abril de 2019, em Lisboa.

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