Memorial de Maria Moura
idioma: português do brasil
Editor:
José Olympio, maio de 2025 ‧
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SINOPSE
Romance maduro de Rachel de Queiroz, Memorial de Maria Moura traz em si todas as características literárias que consagraram a escritora, a primeira mulher a entrar na Academia Brasileira de Letras. Narrado no Brasil rural do século XIX, o livro conta a saga de Maria Moura, personagem forte e sertaneja.
Ainda nova, Maria Moura passa por experiências dolorosas. Perde o pai e depois a mãe. O padrasto alicia-a e violenta-a. E mais: a sua terra, herdada, encontra-se sob ameaça de primos inescrupulosos. O agreste, a seca e a solidão poderiam ser os únicos companheiros dessa jornada. Maria, porém, é um retrato da vontade e do desejo da mulher nordestina, que entende o lugar de submissão em que a sociedade e a família querem colocá-la, mas não aceita contentar-se com ele. À sua volta reúnem-se personagens apaixonados e leais, que clamam por participar da sua luta por justiça.
O sertão, a liberdade, a violência, a disputa por terras, a religiosidade, a vontade e a emancipação feminina, a amizade e o amor são grandes temas de Rachel de Queiroz, todos tratados nesta obra-prima, escrita quando a autora já contava com 82 anos. Não por menos, Memorial de Maria Moura ganhou o Prémio Jabuti de Ficção do ano de 1993 e, no seguinte, foi adaptado para uma minissérie homónima na Rede Globo, com Glória Pires no papel da protagonista.
Rachel de Queiroz foi uma mulher extraordinária. Escritora, jornalista, militante contra a ditadura Vargas e porta-voz do Nordeste brasileiro, nunca consentiu ser enclausurada em categorias. Dizia-se "não feminista", permitia-se a contradição. Nas palavras de Heloisa Buarque de Hollanda, Rachel é "nossa grande literatura feminista \[…] avant la lettre."
O livro é ilustrado pelo grande gravurista Ciro Fernandes.
Ainda nova, Maria Moura passa por experiências dolorosas. Perde o pai e depois a mãe. O padrasto alicia-a e violenta-a. E mais: a sua terra, herdada, encontra-se sob ameaça de primos inescrupulosos. O agreste, a seca e a solidão poderiam ser os únicos companheiros dessa jornada. Maria, porém, é um retrato da vontade e do desejo da mulher nordestina, que entende o lugar de submissão em que a sociedade e a família querem colocá-la, mas não aceita contentar-se com ele. À sua volta reúnem-se personagens apaixonados e leais, que clamam por participar da sua luta por justiça.
O sertão, a liberdade, a violência, a disputa por terras, a religiosidade, a vontade e a emancipação feminina, a amizade e o amor são grandes temas de Rachel de Queiroz, todos tratados nesta obra-prima, escrita quando a autora já contava com 82 anos. Não por menos, Memorial de Maria Moura ganhou o Prémio Jabuti de Ficção do ano de 1993 e, no seguinte, foi adaptado para uma minissérie homónima na Rede Globo, com Glória Pires no papel da protagonista.
Rachel de Queiroz foi uma mulher extraordinária. Escritora, jornalista, militante contra a ditadura Vargas e porta-voz do Nordeste brasileiro, nunca consentiu ser enclausurada em categorias. Dizia-se "não feminista", permitia-se a contradição. Nas palavras de Heloisa Buarque de Hollanda, Rachel é "nossa grande literatura feminista \[…] avant la lettre."
O livro é ilustrado pelo grande gravurista Ciro Fernandes.
DETALHES
| Propriedade | Descrição |
|---|---|
| ISBN: | 9786558470175 |
| Editor: | José Olympio |
| Data de Lançamento: | maio de 2025 |
| Idioma: | Português do Brasil |
| Dimensões: | 155 x 230 x 23 mm |
| Encadernação: | Capa mole |
| Páginas: | 504 |
| Tipo de produto: | Livro |
| Classificação Temática: |
Livros em Português
>
Literatura
>
Romance
|
| EAN: | 9786558470175 |
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