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Meio Homem Metade Baleia

de José Gardeazabal
Editor: Companhia das Letras, Janeiro de 2018 ‧
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Uma das mais interessantes revelações da literatura portuguesa contemporânea.

Num mundo em que a desumanização parece irreversível, um muro divide os homens.
Jonas e a sua jovem filha Aliss são conduzidos ao longo do imenso muro por um homem chamado Servantes. A missão é levar água aos menos favorecidos, talvez electricidade. Funcionário de uma organização internacional, Jonas debate-se com o ritmo hesitante da missão. O longo muro, o clima e a distância alimentam dúvidas sobre o significado de civilização, mas Jonas vai avançando, confortado pela pequena coragem das rotinas repetidas.
Enquanto isto, a filha torna-se mulher, devagar, tumultuosamente.
Aos desamparados, no entanto, não chegou ainda a água.

Uma desconstrução dos lugares confortáveis do Ocidente, Meio Homem Metade Baleia é uma narrativa notável que convida a uma poderosa e necessária reflexão.

Meio Homem Metade Baleia

de José Gardeazabal

Propriedade Descrição
ISBN: 9789896654986
Editor: Companhia das Letras
Data de Lançamento: Janeiro de 2018
Idioma: Português
Dimensões: 147 x 233 x 24 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 360
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Romance
EAN: 9789896654986

Dos meios e das metades se faz um grande livro.

Nuno

José Gardeazabal merece ser um nome a figurar nas estantes de quem gosta de ler e de quem gosta de ser inquietado pelos livros. Um primeiro grande romance.

uma surpresa

Inês

Comprei o livro para oferecer devido à história inquietante da desumanização e do cenário apocalíptico e à mistura de poesia, filosofia e ficção, mas, sobretudo, por ser o primeiro romance de um autor que está a criar altas expectativas. Estou ansiosa para ler também!

SOBRE O AUTOR

José Gardeazabal

José Gardeazabal nasceu em Lisboa, em 1966. O seu primeiro livro de poesia, história do século vinte (2015), foi distinguido com o Prémio INCM/Vasco Graça Moura. Publicou, na Companhia das Letras, os romances Meio homem metade baleia (2018, finalista do Prémio Oceanos), A melhor máquina viva (2020, primeiro volume da «Trilogia dos Pares»; finalista dos prémios Fernando Namora, Correntes d’Escritas e Sociedade Portuguesa de Autores; um dos livros do ano para os jornais Expresso e Público), Quarentena — Uma história de amor (2021, finalista do Prémio Oceanos), Quando éramos peixes (2022, segundo volume da «Trilogia dos Pares»; finalista do Prémio Correntes d’Escritas), A mãe e o crocodilo (2023) e Origami (2024).

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