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Matamos Stella e Outros Contos

de Marlen Haushofer; Ilustração: Carolina Celas
Editor: Antígona, julho de 2026 ‧
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Matamos Stella reúne a melhor ficção breve de Marlen Haushofer. Perfeita amostra dos temas obsidiantes na obra da autora — a hipocrisia social (Tarte crumble e café com leite), vidas encurraladas (I’ll be glad when you’re dead), crueldades impossíveis (Miúdos), traumas da guerra (Uma Lealdade Terrível e Os Willows) —, abre com a novela cativante sobre culpa sem possibilidade de perdão que dá o título a este volume.

Matamos Stella (1958) é a confissão de uma mulher cuja vida é perturbada pela chegada de uma jovem ao seio familiar. Entre o fascínio e a repulsa, esboça-se um crime colectivo, um retrato claustrofóbico de um matrimónio e, acima de tudo, uma alegoria sobre a passividade opressiva e letal numa sociedade de aparências.

«Matamos Stella revela-se um conto cada vez mais misterioso à medida que progride. O equivalente literário a uma súbita imersão em águas geladas — lancinante, revelador.»
New York Times

«Tal como Ingeborg Bachmann, Rosario Castellanos ou Sylvia Plath, Marlen Haushofer pertence a uma geração de autoras que fez da identidade da mulher e do conflito entre os sexos temas centrais da sua obra.»
Babelia

«Um livro que aborda o horror quotidiano da família heterossexual, a sua violência e a perversidade das suas relações.»
Asymptote

Matamos Stella e Outros Contos

de Marlen Haushofer; Ilustração: Carolina Celas

Propriedade Descrição
ISBN: 9789726084907
Editor: Antígona
Data de Lançamento: julho de 2026
Idioma: Português
Dimensões: 136 x 212 x 17 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 224
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Crónicas
EAN: 9789726084907

SOBRE O AUTOR

Marlen Haushofer

Marlen Haushofer (1920–1970) depois de uma infância idílica no Norte da Áustria, estudou Filosofia e Literatura em Viena e Graz. Viveu dividida entre as aspirações literárias e uma invisibilidade deliberada, a escrita como missão e a «frieza gélida da alma pequeno-burguesa» (Klaus Antes), que dominava a sua vida familiar.

Autora que nunca quis notoriedade, recebeu o Prémio Arthur Schnitzler e, em 1968, o Grande Prémio de Literatura da Áustria. Influência para Elfriede Jelinek, que lhe dedicaria uma das suas peças, escreveu contos e romances, entre os quais A Parede (1963), a sua obra-prima, e A Mansarda (1969), habitados por heroínas inesquecíveis.

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