Matai-vos Uns aos Outros
Editor:
PARSIFAL, junho de 2026 ‧
ver detalhes do produto
14,40€
10% DESCONTO
IMEDIATO
UTBReFZrZElTRUpDVVZjeVRGWkpjRGd3YzBNd01teDFjbFJGVmtJclNXOXZhRWsyZVZFMVJtNU5aSFptUkhoRGNsRXlNREJWZEV0WVVWUTJjME55Wkd0cWIySmlUMlI1WVRaeUwzYzFjMHcyYWtwNU1qTmtOMGsxY0U5aWRIQjZUeXM0YlhSc1dGSTVXRWd5VDBaYVNDODVTMUl3Y0RsVWFFa3lUVk55TmxKdGVuVm1aRWRKTW1sWVJsWjNjbkpHVld0clJrWTNabWxpVVhwQ1ZHeEtWME4zZERKSGVXeEZZWEp6UTJ4M1VEaDJUblJvVEVSWE5GbzRZbFJqVERGVWRXb3lSVEJKTlUwNGJXTTNPSGd4TTBsYVFtcG5SSFptYXk5QlJFRnVaRXhEU0ZOMlYwaE5TWHB2VG5sTVkzcENWR0ZpZG5FNFFuVmhZa2xqUTJjME4xaFZhVGN5TlRsVGFuRlNTSGM1TDNBMmVrRnZWVlZMZVV0MGNTOVBlV015WlhwTEt6TlJUMEkzWW1KVU1GZHZaMU5wVVZOR2JFWk5hVm8wTkhGbVUwTlBWR1paYUZKUWIyeHdkelZTU0hsV1JrZFBaell5Y0c5RGNHWm5kR3BSYkc5Q1pIRkViMWg2U0RJM1ZFdDZSRXBUVnpKaVJFSlJRMmhSZW0xbk9UWm9lRWhuU1ZWMGQwcFFWVkZMU0hKYWVXVkdjRXRGUVhCRU5rbHZjR1YwUzFJeFdURkRaVFI0T1hoaFJISlZXVFpYVGs5UWNsVjFhWEF6VlV0dmRVMUNVRzFKZW1aWWVUTmpTRll4TWxoRU1XMWlNM2QyZGpsblZtUm5WVE5EVWl0Q1RtcERVVXdyUVdNeUsxY3lZemxDYWxOWlpWUlNXRFIyVlV4QlJuUnFLM3BPSzFSTlEyVnFhamQzWlZCV2RXTTBVWFpLYW5ObWRHZDBURFZ1ZFhkeVMweFhaMWxTWlRWTlNEVlJhWGRsZFU1T1pHZEhNVUZNTlV3elVEQnFaMUJ6VTJwWVIxUlphRFJhT0hoWGJWUlNjbmxJVW1aUVJEVXZSMlZQZDBrd1draFNMelZXU25CcmRUbDVXVGR4Vnpab1QxRmlOVkZCV2xCaVVrNXdhMDFKVEE9PTpiWnVURXduNTY2Nnh6ZnJRU3gyenFBPT0=
portes grátis
SINOPSE
António Santiago, 36 anos, «agente da Polícia Judiciária por necessidade - e a conselho e pelas cunhas do padrinho, chefe da brigada de costumes», chega um dia a Vila Velha com uma missão muito definida: descobrir quem matou Manuel dos Santos, importante figura local, especulador de terras e comerciante de duvidosos escrúpulos.
A polícia é chamada por D. Carmo, agora viúva, que alega ter sido o marido envenenado. Principais suspeitos? O director do banco, o padre, o oficial da Guarda, o administrador do concelho, o médico pessoal, as sobrinhas, entre outros… Ou seja: todos os dez convivas que na noite anterior haviam jantado no Bulhão, residência do defunto e palacete por todos invejado.
Demorará o investigador uma semana a deslindar o caso. Obra proibida pelo regime fascista, Matai-vos Uns aos Outros envolve o leitor desde a primeira página e constitui um refinado fresco de um país onde hipocrisia, impunidade e repressão andam de mãos dadas.
A polícia é chamada por D. Carmo, agora viúva, que alega ter sido o marido envenenado. Principais suspeitos? O director do banco, o padre, o oficial da Guarda, o administrador do concelho, o médico pessoal, as sobrinhas, entre outros… Ou seja: todos os dez convivas que na noite anterior haviam jantado no Bulhão, residência do defunto e palacete por todos invejado.
Demorará o investigador uma semana a deslindar o caso. Obra proibida pelo regime fascista, Matai-vos Uns aos Outros envolve o leitor desde a primeira página e constitui um refinado fresco de um país onde hipocrisia, impunidade e repressão andam de mãos dadas.
CRÍTICAS
«Talvez o melhor romance policial português»
Óscar Lopes
«Jorge Reis tanto brinca como zomba com esta fatalidade»
Aquilino Ribeiro
«Estamos, de facto, diante de uma obra que se recomenda pela escrita e até pela efabulação»
João Gaspar Simões
DETALHES
| Propriedade | Descrição |
|---|---|
| ISBN: | 9789893623596 |
| Editor: | PARSIFAL |
| Data de Lançamento: | junho de 2026 |
| Idioma: | Português |
| Dimensões: | 150 x 230 x 10 mm |
| Encadernação: | Capa mole |
| Páginas: | 176 |
| Tipo de produto: | Livro |
| Classificação Temática: |
Livros em Português
>
Literatura
>
Policial e Thriller
|
| EAN: | 9789893623596 |