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Mas o contraste não me esmaga

de Hugo Canoilas, Giannis Varelas e Thomas Kratz

editor: Assírio & Alvim, outubro de 2007
Mas o contraste não me esmaga — é o livro que tem entre mãos. Foi editado por ocasião da exposição Na vidraça há o ruído do diverso, de Hugo Canoilas, Thomas Kratz e Giannis Varelas, e construído a partir de um princípio universal, definido por André Breton, fundador do movimento surrealista, de objectividade do acaso, isto é, conduzido pelos bons serviços da intuição e suportado na crença de que esta é uma categoria fiável.
Sabemo-lo desde sempre, o livro é uma entidade propiciadora de relações esotéricas; o simbolismo deste objecto universal provém não tanto do sentido das palavras que necessariamente transporta, mas de uma condição intrínseca e única: repousa, em attente e em tensão, íamos dizer atenção, fechado sobre ele próprio como um túmulo ou um poço.
Mas o contraste não me esmaga — é, em acepção lata, um livro de desenho, um livro que remete para si enquanto objecto e enquanto projecto. Não tem a ambição de sintetizar o mundo, mas algumas das articulações que propicia são dessa ordem — mediúnicas. Na locução polissémica e profética de Mallarmé, «le monde est fait pour aboutir à un beau livre.»

Mas o contraste não me esmaga

de Hugo Canoilas, Giannis Varelas e Thomas Kratz

Propriedade Descrição
ISBN: 978-972-37-1269-8
Editor: Assírio & Alvim
Data de Lançamento: outubro de 2007
Idioma: Português
Dimensões: 150 x 209 x 9 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 144
Tipo de produto: Livro
Classificação temática: Livros em Português > Arte > Outras Artes
EAN: 9789723712698