Manual de Teoria Política Aplicada

de Orlando Vitorino
Editor: Verbo, fevereiro de 2010 ‧
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Orlando Vitorino (1922-2003) é um dos epígonos do movimento da Filosofia Portuguesa que, na sequência do magistério de Leonardo Coimbra, e após a sua morte em 1936, se continuou em Lisboa na tertúlia de Álvaro Ribeiro e José Marinho.br> Filósofo, dramaturgo, encenador, cineasta e tradutor, deixou obra em livros, artigos, filmes, documentários e diversos inéditos, distribuída por diversas áreas do saber desde a filosofia, ao direito, à economia, à estética, ao teatro e à política.br> A passagem atribulada pela Faculdade de Letras de Lisboa na década de 40, valeu-lhe o comentário de Vitorino Nemésio de que seria o primeiro contestatário da universidade portuguesa. Entre textos e obras inéditas surge agora este Manual de Teoria Política Aplicada que organizou a partir de textos da revista Escola Formal e a que juntou dois capítulos do seu livro Exaltação da Filosofia Derrotada (1983), nomeadamente, aqueles em que propõe "Uma Constituição para Portugal" e "Uma Organização do Ensino".

Manual de Teoria Política Aplicada

de Orlando Vitorino

Propriedade Descrição
ISBN: 9789722229739
Editor: Verbo
Data de Lançamento: fevereiro de 2010
Idioma: Português
Dimensões: 154 x 218 x 19 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 280
Tipo de produto: Livro
Coleção: Textos de Intervenção
Classificação Temática: Livros em Português > Política > Política em Geral
EAN: 9789722229739

Excelente

BLC

Extraordinário livro sobre política portuguesa. Recomendo vivamente.

SOBRE O AUTOR

Orlando Vitorino

Orlando Vitorino (1922-2003) foi um filósofo, publicista e tradutor português, figura central de uma segunda vaga do movimento da Filosofia Portuguesa.
Nasceu em Almeida em 1922. Foi discípulo de José Marinho e Álvaro Ribeiro, figuras centrais do movimento da Filosofia portuguesa que teve origem no magistério de Leonardo Coimbra e no pensamento de Sampaio Bruno. Desenvolveu uma intensa atividade no teatro como dramaturgo e encenador, e foi também realizador de cinema.
«Puramente filósofo», na expressão de Pinharanda Gomes, dirigiu as revistas Acto, 57 e Escola Formal. Comentou e traduziu obras de Hegel, Stuart Mill e F. A. Hayek. Foi autor de algumas das mais importantes obras do pensamento português contemporâneo onde se destacam A Fenomenologia do Mal, 1970, Introdução Filosófica à Filosofia do Direito de Hegel, 1961, Notas Contra a Degradação do Espírito, 1969, Refutação da Filosofia Triunfante de 1976, Exaltação da Filosofia Derrotada de 1983 e As Teses da Filosofia Portuguesa de 2015 (póstuma).
Conjuga no seu pensamento filosófico a tradição da filosofia portuguesa e a filosofia de Platão e Aristóteles. Refutou a via percorrida pela filosofia moderna definindo-a como um desvio da própria filosofia pela imposição do primado da vontade sobre o intelecto, o qual conduz à destituição do pensamento, à irrealidade do mundo sensível e, por fim, ao abandono da própria filosofia. Morreu em Lisboa em dezembro de 2003.

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