Manual de Instruções para Vencer a Crise... ou Falir a Tentar
Editor:
Cego, Surdo e Mudo, dezembro de 2012 ‧
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SINOPSE
Bem sabemos que todos estão mais do que fartos de ouvir falar na crise, com tantos e sábios especialistas a dizerem que bem tinham avisado, que não era assim, que se lhes tivessem sido dado ouvidos Portugal era hoje uma potência superior à China. E à Jerónimo Martins. Sabemos que sim, que é evidente que estes comentadores estão à frente do seu tempo, que adivinham coisas - tudo! - e que podiam muito bem rivalizar com o Professor Karamba se assim o quisessem. Mas não quiseram. E ainda bem.
Zé Pedro Silva é um desses casos, e embora toda a gente o trate por zé pedro, achou preferível adoptar este frondoso nome popular de família portuguesa para que não o confundissem como o outro Zé Pedro. O dos Xutos.
Assim fez - fez bem - e é justo dizer que este livro fará mais por Portugal do que Roberto Leal quando nos canta o hino. E porquê? Porque este livro explica a crise como ela deve ser explicada: a correr. Porque é assim que deve ser, lendo e fugindo enquanto é tempo, porque muitas das vezes - e acreditem no que vos dizemos - a melhor forma de pensarmos é justamente com as pernas. Já muitos assim se salvaram, sobretudo depois de se ter inventado a pólvora.
Este livro fala sobre a crise, mas mais importante do que isso, dá-nos respostas, caminhos, luzes como as de Fátima aos pastorinhos. Este livro é tudo aquilo que Medina Carreira gostaria de ter dito se não tivesse tão fixado no decote generoso de Judite de Sousa. E por isso é que é tão bom e merecedor de um lugar no Panteão Nacional.
Ele - o livro - é o primeiro de uma colecção baptizada de Manual de Instruções. A ele - ao livro - outros se seguirão tão bons ou melhores. Mas de uma coisa os outros - os livros - nunca se poderão orgulhar. O de terem sido os primeiros, tal como este.
Zé Pedro Silva é um desses casos, e embora toda a gente o trate por zé pedro, achou preferível adoptar este frondoso nome popular de família portuguesa para que não o confundissem como o outro Zé Pedro. O dos Xutos.
Assim fez - fez bem - e é justo dizer que este livro fará mais por Portugal do que Roberto Leal quando nos canta o hino. E porquê? Porque este livro explica a crise como ela deve ser explicada: a correr. Porque é assim que deve ser, lendo e fugindo enquanto é tempo, porque muitas das vezes - e acreditem no que vos dizemos - a melhor forma de pensarmos é justamente com as pernas. Já muitos assim se salvaram, sobretudo depois de se ter inventado a pólvora.
Este livro fala sobre a crise, mas mais importante do que isso, dá-nos respostas, caminhos, luzes como as de Fátima aos pastorinhos. Este livro é tudo aquilo que Medina Carreira gostaria de ter dito se não tivesse tão fixado no decote generoso de Judite de Sousa. E por isso é que é tão bom e merecedor de um lugar no Panteão Nacional.
Ele - o livro - é o primeiro de uma colecção baptizada de Manual de Instruções. A ele - ao livro - outros se seguirão tão bons ou melhores. Mas de uma coisa os outros - os livros - nunca se poderão orgulhar. O de terem sido os primeiros, tal como este.
DETALHES
| Propriedade | Descrição |
|---|---|
| ISBN: | 9789899708662 |
| Editor: | Cego, Surdo e Mudo |
| Data de Lançamento: | dezembro de 2012 |
| Idioma: | Português |
| Dimensões: | 114 x 159 x 4 mm |
| Encadernação: | Capa mole |
| Páginas: | 80 |
| Tipo de produto: | Livro |
| Classificação Temática: |
Livros em Português
>
Literatura
>
Humor
|
| EAN: | 9789899708662 |
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