Mandíbula
SINOPSE
Longe de se tratar de alguém desconhecido, a sua sequestradora é Miss Clara, a professora de língua e literatura perseguida por um passado violento, que Fernanda e as colegas atormentam há meses com vexames e perguntas inconvenientes. Porém, os motivos do rapto revelar-se-ão muito mais complexos do que a mera vingança pelos traumas sofridos na sala de aula e, de certa forma, não deixam de estar ligados ao desejo, ao ciúme e mesmo ao amor.
Num romance imaginativo e extremamente hipnótico, a equatoriana Mónica Ojeda - uma das vozes mais aclamadas da literatura da América Latina - cria em Mandíbula um mundo feminino feroz e implacável, partindo das relações nem sempre claras entre colegas de escola, professoras e alunas, mães e filhas, irmãs e melhores amigas. Viciante e imperdível.
CRÍTICAS DE IMPRENSA
«Herdeiro de Stephen King e, sobretudo, de Lovecraft, Mandíbula reflete o horror e o seu contrário e é capaz de apanhar na mesma rede personagens e leitores.»
La Stampa
«Uma prosa que se pode tornar um vício.»
El Periódico de Catalunya
DETALHES
| Propriedade | Descrição |
|---|---|
| ISBN: | 9789722080842 |
| Editor: | Dom Quixote |
| Data de Lançamento: | março de 2024 |
| Idioma: | Português |
| Dimensões: | 156 x 235 x 20 mm |
| Encadernação: | Capa mole |
| Páginas: | 304 |
| Tipo de produto: | Livro |
| Classificação Temática: |
Livros em Português
>
Literatura
>
Romance
|
| EAN: | 9789722080842 |
OPINIÃO DOS LEITORES
Intrigante e fora da caixa
Adriana Duque
Bem, se há livro mesmo fora da caixa que li até hoje, foi este. Confesso-vos já que demorei mais tempo a lê-lo do que esperava. Ora porque não tinha muita vontade de lhe pegar, por toda a salganhada que para ali existia, ou por não conseguir entender nada. É uma história perturbadora e inquietante desde o início e tem umas passagens das personagens agonizantes/aterradoras. Não consegui criar ligação com nenhuma (era cada uma mais estranha e complexa do que a outra). Mas compreendi a forma como a autora explorou os diferentes tipos de relações femininas: mãe/filha e amigas. Principalmente neste círculo da amizade, o quão fina se pode transformar a linha que vai de uma relação a ternurenta a algo de tortura e perversão. Apesar de 90% do livro me ter perguntado vezes sem conta “mas que raio estou a ler?”, de algumas partes mais visualmente cruéis e outras sem nexo, no fim valeu a pena perceber a forma como a escritora nos quer transmitir um ponto de vista ou uma “lição” sobre o medo.
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