Mais Espesso que a Água

de Luís Quintais
Editor: Cotovia, novembro de 2008 ‧
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«A poesia é coisa mental, e o poeta volta à sua grande referência, Wallace Stevens. As oposições que o livro vai apresentando (entre metafísica e mecânica, entre Prufrocks e profetas) obedecem afinal a uma poética que descrê da experiência e da exaltação, e vê nas ideias a única solução possível e precária.»
Pedro Mexia, Público

«Esta é uma poesia da metáfora e dos seus poderes sentimentais e cognitivos.»
António Guerreiro, Expresso

«Luís Quintais incluiu sete poemas em prosa, dispersos por quatro das doze secções que compõem o volume. Comparando com os últimos títulos do autor, verifica¬-se uma redução quantitativa do emprego desta forma literária tão cara à modernidade, mas não se deve confundir esse facto com um decréscimo da importância que Quintais atribui ao poema em prosa; antes considero que há uma exigência inerente à construção do texto, a qual, em grande parte, dirá respeito ao seu ritmo, à música das palavras, a condicionar a opção pelo uso ou pela recusa do verso. Em todo o caso, o leitor circula facilmente entre as duas formas, dadas as similitudes que as unem e, de igual modo, as inserem num universo marcado por um amplo conhecimento dos modernos, pela aceitação da sua lição, embora também pela certeza de que as soluções por eles propostas não são completamente satisfatórias.»
João Paulo Sousa, blogue daliteratura

Mais Espesso que a Água

de Luís Quintais

Propriedade Descrição
ISBN: 9789727952694
Editor: Cotovia
Data de Lançamento: novembro de 2008
Idioma: Português
Dimensões: 131 x 203 x 12 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 126
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Poesia
EAN: 9789727952694

SOBRE O AUTOR

Luís Quintais

Luís Quintais nasceu em 1968 em Angola. Antropólogo, poeta e ensaísta, leciona no Departamento de Antropologia da Universidade de Coimbra. Como antropólogo tem publicado ensaios em diversas revistas da especialidade sobre as implicações sociais e culturais do conhecimento biomédico, em particular sobre a psiquiatria e seus contextos. Desenvolve atualmente investigação sobre as interações entre biotecnologias, arte e cognição. Como poeta, publicou A Imprecisa Melancolia (1995), Lamento (1999), Umbria (1999), Verso Antigo (2001), Angst (2002), e Duelo (2004), obra a que foram atribuídos o Prémio Pen Clube de Poesia e o Prémio Luís Miguel Nava - Poesia 2005. A coletânea de poesia completa Arrancar Penas a Um Canto de Cisne venceu o Grande Prémio de Poesia Teixeira de Pascoaes APE/C.M. de Amarante 2015-2016.

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