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Maigret Chez Le Ministre (Las Novelas De Maigret)

de Georges Simenon
Livro eBook
idioma: espanhol
Editor: NUEVAS EDICIONES DEBOLSILLO S.L, Janeiro de 2026 ‧
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Un potente thriller político donde el comisario Maigret se enfrenta a las intrigas del poder para destapar la verdad. Un político sin escrúpulos. Un sanatorio del Estado se ha derrumbado y ha provocado la muerte de 128 niños. Durante la fase de planificación, un reputado experto de la Escuela Nacional de Puentes y Caminos, el profesor Calame, ya había advertido del riesgo, pero su informe fue ignorado. Ahora, muchos políticos implicados en el escándalo tienen razones de peso para hacer desaparecer ese documento comprometedor. El ministro de Obras Públicas, Auguste Point, tuvo el informe en sus manos durante unas horas... hasta que alguien se lo robó.

Maigret Chez Le Ministre (Las Novelas De Maigret)

de Georges Simenon

Propriedade Descrição
ISBN: 9788466388375
Editor: NUEVAS EDICIONES DEBOLSILLO S.L
Data de Lançamento: Janeiro de 2026
Idioma: Espanhol
Dimensões: 125 x 190 x 23 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 192
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Espanhol > Literatura > Romance
EAN: 9788466388375

SOBRE O AUTOR

Georges Simenon

Georges Simenon (Liège, 1903 - Lausanne, 1989) começou a sua carreira como repórter e autor de romances populares, que assinava sob vários pseudónimos. Em 1931, escrevendo pela primeira vez em nome próprio, publicou Pietr-le-letton, que apresentou aos leitores o célebre comissário da polícia parisiense Jules Maigret, personagem que revisitaria em romances e contos ao longo das quatro décadas seguintes, ao mesmo tempo que o conjunto mais vasto da sua obra, composto em especial por criações literárias que o autor apelidaria de romans durs - romances duros, porque de escrita exigente -, forjava a sua reputação como um dos escritores essenciais do século XX. Traduzidos em mais de cinquenta línguas, lidos por várias gerações, os romans durs inspiraram dezenas de adaptações ao cinema por realizadores como Jean Renoir, Michel Audiard, Claude Chabrol ou Béla Tarr, e constituem um dos corpus literários mais notáveis e duradouros do cânone ocidental.

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