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Maigret Et L'Homme Du Banc

de Georges Simenon
idioma: francês
Editor: LE LIVRE DE POCHE, março de 2001 ‧
9,26€
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Maigret et l'homme du banc Comment Louis Thouret, marié, habitant Juvisy et magasinier de son état, a-t-il pu finir tué d'un coup de couteau dans une impasse proche du boulevard Saint-Martin oe C'est en se posant cette question que Maigret va découvrir une existence étrange, la double vie d'un homme très ordinaire. Depuis longtemps, Thouret était pour sa femme un inconnu. Depuis longtemps, il n'était plus magasinier. Depuis longtemps, il mentait, mû par une crainte dérisoire et plus forte que tout. A quelle déchéance progressive ce mensonge initial a pu conduire le défunt, c'est ce que Maigret comprendra peu à peu, en explorant une de ces vies à la fois ordinaires et mystérieuses qu'excelle à camper Georges Simenon.

Maigret Et L'Homme Du Banc

de Georges Simenon

Propriedade Descrição
ISBN: 9782253142348
Editor: LE LIVRE DE POCHE
Data de Lançamento: março de 2001
Idioma: Francês
Dimensões: 108 x 177 x 101 mm
Páginas: 191
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Francês > Literatura > Policial e Espionagem
Livros em Francês > Literatura > Thriller
EAN: 9782253142348

SOBRE O AUTOR

Georges Simenon

Georges Simenon (Liège, 1903 - Lausanne, 1989) começou a sua carreira como repórter e autor de romances populares, que assinava sob vários pseudónimos. Em 1931, escrevendo pela primeira vez em nome próprio, publicou Pietr-le-letton, que apresentou aos leitores o célebre comissário da polícia parisiense Jules Maigret, personagem que revisitaria em romances e contos ao longo das quatro décadas seguintes, ao mesmo tempo que o conjunto mais vasto da sua obra, composto em especial por criações literárias que o autor apelidaria de romans durs - romances duros, porque de escrita exigente -, forjava a sua reputação como um dos escritores essenciais do século XX. Traduzidos em mais de cinquenta línguas, lidos por várias gerações, os romans durs inspiraram dezenas de adaptações ao cinema por realizadores como Jean Renoir, Michel Audiard, Claude Chabrol ou Béla Tarr, e constituem um dos corpus literários mais notáveis e duradouros do cânone ocidental.

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