10% de desconto

Maigret Chez Le Ministre

de Georges Simenon
idioma: francês
Editor: LE LIVRE DE POCHE, maio de 2004 ‧
9,94€
10% DESCONTO CARTÃO
Maigret chez le ministre oe Tu as bien dîné ? La lumière, dans leur appartement, était plus chaude, plus intime quoeau bureau. Il voyait les journaux préparés à côté de son fauteuil, ses pantoufles. Oe J'ai dîné avec le chef, Lucas et Janvier, à la Brasserie Dauphine. Après quoi tous les quatre s?étaient rendus à loeassemblée de la Mutuelle de la Police. Depuis trois ans, Maigret, à son corps défendant, en était chaque fois élu vice-président. Oe Tu as le temps de boire une tasse de café. Enlève quand même ton pardessus. Joeai dit que tu ne rentrerais pas avant onze heures. Il était dix heures et demie. La séance noeavait pas été longue. Ils avaient eu le temps, à quelques-uns, de prendre un demi dans une brasserie et Maigret était revenu en métro. Oe Qui a téléphoné ? Oe Un ministre.

Maigret Chez Le Ministre

de Georges Simenon

Propriedade Descrição
ISBN: 9782253142478
Editor: LE LIVRE DE POCHE
Data de Lançamento: maio de 2004
Idioma: Francês
Dimensões: 110 x 178 x 7 mm
Páginas: 192
Tipo de produto: Livro
Coleção: Ldp Simenon
Classificação Temática: Livros em Francês > Literatura > Policial e Espionagem
Livros em Francês > Literatura > Thriller
EAN: 9782253142478

SOBRE O AUTOR

Georges Simenon

Georges Simenon (Liège, 1903 - Lausanne, 1989) começou a sua carreira como repórter e autor de romances populares, que assinava sob vários pseudónimos. Em 1931, escrevendo pela primeira vez em nome próprio, publicou Pietr-le-letton, que apresentou aos leitores o célebre comissário da polícia parisiense Jules Maigret, personagem que revisitaria em romances e contos ao longo das quatro décadas seguintes, ao mesmo tempo que o conjunto mais vasto da sua obra, composto em especial por criações literárias que o autor apelidaria de romans durs - romances duros, porque de escrita exigente -, forjava a sua reputação como um dos escritores essenciais do século XX. Traduzidos em mais de cinquenta línguas, lidos por várias gerações, os romans durs inspiraram dezenas de adaptações ao cinema por realizadores como Jean Renoir, Michel Audiard, Claude Chabrol ou Béla Tarr, e constituem um dos corpus literários mais notáveis e duradouros do cânone ocidental.

(ver mais)

DO MESMO AUTOR