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Maigret Chez Le Coroner

de Georges Simenon
idioma: francês
Editor: LE LIVRE DE POCHE, junho de 2001 ‧
9,94€
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Comment est morte la jeune Bessy, dont le corps a été retrouvé, mutilé, sur une voie de chemin de fer proche de Tucson dans l'Arizona oe Cette fois-ci, Maigret ne mène pas l'enquête. En mission d'étude auprès de ses collègues du FBI, il n'est que le témoin, souvent surpris, quelquefois réprobateur, des mé-thodes américaines en matière d'investigation criminelle. Cinq suspects - de jeunes soldats de la base militaire voisine, avec lesquels la jeune fille a passé sa dernière soirée - vont témoigner devant le coroner, en présence d'un public nombreux et passionné. La vérité éclatera-t-elle avant que Maigret ne parte pour Los Angeles, prochaine étape de son voyage oe Observateur attentif de son époque, Georges Simenon brosse ici un tableau captivant et toujours actuel des moeurs judiciaires américaines.

Maigret Chez Le Coroner

de Georges Simenon

Propriedade Descrição
ISBN: 9782253142362
Editor: LE LIVRE DE POCHE
Data de Lançamento: junho de 2001
Idioma: Francês
Páginas: 189
Tipo de produto: Livro
Coleção: Ldp Policier
Classificação Temática: Livros em Francês > Literatura > Policial e Espionagem
Livros em Francês > Literatura > Thriller
EAN: 9782253142362

SOBRE O AUTOR

Georges Simenon

Georges Simenon (Liège, 1903 - Lausanne, 1989) começou a sua carreira como repórter e autor de romances populares, que assinava sob vários pseudónimos. Em 1931, escrevendo pela primeira vez em nome próprio, publicou Pietr-le-letton, que apresentou aos leitores o célebre comissário da polícia parisiense Jules Maigret, personagem que revisitaria em romances e contos ao longo das quatro décadas seguintes, ao mesmo tempo que o conjunto mais vasto da sua obra, composto em especial por criações literárias que o autor apelidaria de romans durs - romances duros, porque de escrita exigente -, forjava a sua reputação como um dos escritores essenciais do século XX. Traduzidos em mais de cinquenta línguas, lidos por várias gerações, os romans durs inspiraram dezenas de adaptações ao cinema por realizadores como Jean Renoir, Michel Audiard, Claude Chabrol ou Béla Tarr, e constituem um dos corpus literários mais notáveis e duradouros do cânone ocidental.

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