Mãe, Não Desistas de Viver

A história verídica de uma mãe cuja filha é morta pelo pai por vingança

de Tânia Laranjo

editor: Edições Chá das Cinco
Esta é a história verídica de Ana. Uma menina de sete anos morta por um pai para se vingar da mulher que o abandonou. É também a história de Carolina, a mãe, e da sua viagem ao inferno. E de João, esse pai que ninguém conhecia verdadeiramente, e que foi capaz de matar quem amava. Esta história é a junção de muitas histórias reais. Todos os anos há crianças que são assassinadas em contextos de divórcios litigiosos. Pais ou mães que matam os filhos por vingança, para provarem que ganharam. Para castigarem quem só queria ter outra vida.

Depois de vários anos de jornalismo e a fazer reportagens de violência doméstica, Tânia Laranjo continua sem respostas perante a morte de crianças. E, com esta obra poderosa e muito pessoal, leva-nos a questionar como é possível o amor andar de mãos dadas com a mais pura das maldades.

Mãe, Não Desistas de Viver

A história verídica de uma mãe cuja filha é morta pelo pai por vingança

de Tânia Laranjo

ISBN: 9789897102912
Editor: Edições Chá das Cinco
Idioma: Português
Dimensões: 159 x 229 x 13 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 208
Tipo de produto: Livro
Classificação temática: Livros em Português > Literatura > Memórias e Testemunhos
EAN: 9789897102912
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Leitura Obrigatória

Sofia Ventura

Dos melhores livros que já li, uma abordagem crua que nos leva ao fundo da mente egoísta e perversa dos agressores. Sem qualquer respeito pela vida humana, o pensamento omnipresente destes agressores traduz a sua falta de carácter e valores.

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Excelente !!

Ana Fernandes

Comprei o livro pelo título. Li e já reli várias vezes e de todas elas eu choro! Livro comovente, fácil de ler e relata acontecimentos reais duma forma que até parece estarmos envolvidos. Toca-nos a todos! Recomendo vivamente!!!

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Excelente

Cátia Andrade

Excelente livro e um ótimo trabalho da autora

Tânia Laranjo

Tânia Laranjo é grande repórter do Correio da Manhã e da CMTV. Começou a sua carreira, em 1993, no Jornal de Notícias, mudando-se, mais tarde para a redação do jornal Público, em 2005. Em 2007 transitou para o Correio da Manhã. Como jornalista sempre se dedicou a trabalhar na área da Justiça e acompanhou os mais mediáticos casos, desde o caso Maddie, à morte de Joana, no Algarve; passando pelos grandes processos de criminalidade económica, como o Monte Branco, o Furacão ou o caso Marquês.

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