Madres Que No Saben Amar

de Karyl Mcbride
idioma: espanhol
Editor: URANO, setembro de 2013 ‧
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Encumbrado a los primeros puestos de Amazon, Madres que no saben amar posee todos los ingredientes para convertirse en el gran éxito de la temporada en el ámbito de la literatura de transformación personal.   Inseguridad, tristeza, falta de autoestima, vacío emocional, miedo al abandono, relaciones abusivas, tendencia al perfeccionismo... Millones de mujeres sufren las consecuencias de haber sido criadas por una madre narcisista. La psicoterapeuta Karyl McBride, especializada en psicología femenina, presenta por primera vez una guía profesional para que las hijas que han sufrido el abuso emocional de madres egoístas y/o centradas en sí mismas empiecen a reivindicar una vida propia, superen las devastadoras consecuencias de un vínculo materno dañino y, lo que es más importante, no incurran en los mismos errores que sus madres. Todo un acontecimiento editorial, tan trascendente y revelador como el clásico Mujeres que aman demasiado.

Madres Que No Saben Amar

de Karyl Mcbride

Propriedade Descrição
ISBN: 9788479534028
Editor: URANO
Data de Lançamento: setembro de 2013
Idioma: Espanhol
Dimensões: 132 x 211 x 19 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 288
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Espanhol > Desenvolvimento Pessoal e Espiritual > Autoajuda
EAN: 9788479534028

Inicio da liberdade

Sandra

Um livro que ajuda a enfrentar a dura realidade do narcisismo materno. Desde a definição do narcisismo, à identificação do problema e como superá-lo, este livro relata de forma clara e simples como lidar com este problema ainda muito tabu na nossa sociedade. Passar pela dor de identificar os nossos sentimentos e permitir-nos a senti-los e chorá-los como de se um luto se tratasse. Apesar de ser em espanhol, a leitura é muito agradável e bastante percetível mesmo para quem não sabe espanhol, com exemplos reais que nos ajudam a perceber melhor o que a autora pretende transmitir. Sem duvida o empurrão que me faltava para que me deixasse de sentir culpada porque "mãe é mãe" e não dever sentir a frustração que isso provoca. O inicio da minha liberdade emocional... perceber que não sou a única e que não sou anormal.