Lost On Planet China

One Man'S Attempt To Understand The World'S Most Mystifying Nation

de J. Maarten Troost
idioma: inglês
Editor: BROADWAY BOOKS (A DIVISION OF BANTAM DOUBLEDAY DELL PUBLISHING GROUP INC), maio de 2009 ‧
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Lost On Planet China

One Man'S Attempt To Understand The World'S Most Mystifying Nation

de J. Maarten Troost

Propriedade Descrição
ISBN: 9780767922012
Editor: BROADWAY BOOKS (A DIVISION OF BANTAM DOUBLEDAY DELL PUBLISHING GROUP INC)
Data de Lançamento: maio de 2009
Idioma: Inglês
Dimensões: 131 x 202 x 20 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 400
Tipo de produto: Livro
Coleção: Blades Of The Moonsea
Classificação Temática: Livros em Inglês > Outros
Livros em Inglês > Guias Turísticos e Mapas > Outros Guias
EAN: 9780767922012

Um livro de viagens que é uma aventura

Rita Oliveira

Não sou uma grande leitora de livros de viagens, por isso não tenho termo de comparação. Mas gostei bastante deste. Em primeiro lugar, porque foi escrito por um não especialista, isto é, por alguém que se preparou minimamente, que transmite informações interessantes sobre o povo e a cultura, mas nada de muito aprofundado, o suficiente para nos despertar o interesse. Troost é um excelente observador, e com um grande sentido de humor (só tenho pena de não ter percebido todas as piadas por estar a ler o livro em inglês) consegue descrever com minúcia e graça aquilo por que passa. Em segundo, porque nos consegue provar que a China consegue ser mesmo quase um planeta, dada a diversidade de pessoas com quem contactou, coisas que viu e ambientes em que viveu. Através dos seus olhos, respiramos ar ultrapoluído, vemos paisagens de cortar a respiração, provamos coisas que antes nem me atreveria a imaginar, conhecemos pessoas que só poderiam mesmo existir noutro planeta. A área geográfica abrangida é muito vasta, visitando as maiores cidades, muitas aldeias, indo ao Tibete e até quase tendo de colocar o pé na Coreia do Norte. Contrastes enormes unidos no entanto por um denominador comum: a sede de desenvolvimento e de crescimento, que tantas vezes se vira contra o património chinês. Viajei, aprendi e diverti-me. Só preferia tê-lo lido em português.

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