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Los Derechos Del Hombre

de Thomas Paine
idioma: espanhol
Editor: Editorial Maxtor, outubro de 2024 ‧
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Thomas Paine nació el 29 de enero de 1737 en Thetford, Inglaterra, donde dedicaba gran parte de sus bienes a formarse en política, literatura y filosofía.Emigró a América para participar en la revolución que provocó la independencia de los Estados Unidos, país que le considera como uno de sus padres fundadores. Viajó después a Europa para documentar la Revolución Francesa, siendo rechazado por su país natal.En esta obra plasma los conceptos de libertad, derechos, e igualdad humanas.

Los Derechos Del Hombre

de Thomas Paine

Propriedade Descrição
ISBN: 9788411710527
Editor: Editorial Maxtor
Data de Lançamento: outubro de 2024
Idioma: Espanhol
Dimensões: 115 x 180 x 23 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 172
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Espanhol > Literatura > Romance
EAN: 9788411710527

SOBRE O AUTOR

Thomas Paine

Thomas Paine (1737-1809) foi um ativista político, revolucionário, filósofo e pensador político americano nascido em Inglaterra. Tendo tido uma educação escolar numa época em que tal não era obrigatório, nem sequer comum, Thomas Paine desempenhou diversos cargos públicos e privados antes de, em 1774, ter sido convidado por Benjamin Franklin para emigrar para as colónias americanas. Tendo lá chegado, envolveu-se imediatamente na causa revolucionária então emergente. Escreveu vários panfletos, dos quais Senso Comum é o mais famoso e influente, tendo sido o maior êxito de vendas das colónias e lido (ou ouvido) por todos os revolucionários. Tudo indica que participou na elaboração da Declaração de Independência, embora não existam provas concretas de que assim tenha sido. Garantidamente teve a sua influência como secretário no Gabinete de Relações Exteriores, procurando apoios políticos e financeiros para a causa revolucionária. Durante um certo período, viveu entre Paris e Londres, envolvendo-se na causa revolucionária francesa. Escreve então outra obra fundamental, The Rights of Man (1791), na qual defende os direitos do ser humano numa perspetiva extranacional. Depois de regressar aos Estados Unidos da América, mantém-se envolvido em polémicas e discussões políticas, mas vai perdendo os seus apoiantes mais diretos. No obituário publicado aquando da sua morte, em 1809, escreveu-se, entre outras coisas, «teve uma vida longa, fez algum bem e muito mal». A passagem do tempo devolveu-lhe o seu lugar de relevo na história, em particular na história das ideias políticas.

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