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Libro Del Te, El

de Kakuzo Okakura
idioma: espanhol
Editor: Libros del Zorro Rojo, março de 2021 ‧
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Comparable con El elogio de la sombra de Jun'ichir? Tanizaki, esta obraes una joya, tanto desde el punto de vista literario como del filosófico.Este ensayo poético hunde sus raíces en la filosofía zen y despliega losconceptos de la clásica ceremonia japonesa del té, en cuyo núcleolaten el concepto del centro vacío y la delicadeza de la composición, enla que los objetos no se acumulan para saturar espacios, sino queconstruyen una armonía que se replica en cada gesto y que anticipa elbrebaje dispuesto por el maestro de té, ese aristócrata del gusto.Un texto clásico, escrito en 1906, que rescata las tradiciones milenariasjaponesas, buceando, incluso, en sus raigambres provenientes de la Chinaclásica. En ese sentido, El libro del té es un grito en flor: testamento literariode una cultura que, ante la irrupción del pragmatismo occidental ?quea inicios del siglo xx lo invadió todo con desmesurada potencia?, se viorelegada al olvido por las nuevas generaciones.El Premio Nacional de Ilustración, Isidro Ferrer, caracterizado por otorgar nuevas significancias a los objetos cotidianos, ha trabajado un concepto fundamental que se pesquisa en el libro: «El maestro del té juzgaterminada su labor con la elección de las flores y deja que estas cuentensu propia historia». La colección de flores ha sido realizadas con técnicamixta y hasta incluso, pintadas con té, para resaltar la esencia poética dela obra de Okakura.

Libro Del Te, El

de Kakuzo Okakura

Propriedade Descrição
ISBN: 9788412229332
Editor: Libros del Zorro Rojo
Data de Lançamento: março de 2021
Idioma: Espanhol
Dimensões: 150 x 230 x 23 mm
Encadernação: Capa dura
Páginas: 200
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Espanhol > Literatura > Ensaios
EAN: 9788412229332

SOBRE O AUTOR

Kakuzo Okakura

Nasceu em Yokohama em 1862 e foi um estudioso japonês que contribuiu imensamente para o desenvolvimento das artes e da cultura no Japão. Aos 15 anos ingressou na Universidade Imperial de Tóquio, onde conheceu o professor Ernest Fenollosa, formado em Harvard. Em 1889, Okakura cofundou o periódico Kokka, e um ano depois, foi um dos principais fundadores da primeira academia japonesa de belas-artes, a Escola de Belas Artes de Tóquio, da qual se tornaria diretor.
Fundou o Instituto de Arte do Japão, com Hashimoto Gaho e Yokoyama Taikan, e foi mais tarde convidado por William Sturgis Bigelow para o Museu de Belas Artes de Boston em 1904, tornando-se assim no primeiro chefe de divisão de arte asiática em 1910.
Okakura investigou a arte tradicional do Japão e viajou para a Europa, Estados Uni dos, China e Índia, enfatizando a importância da cultura asiática no mundo moderno, tentando trazer a sua influência para os domínios da arte e da literatura que, na sua época, eram amplamente dominados pela cultura ocidental. Fora do Japão, Okakura teve uma forte influência em várias figuras relevantes, tal como o filósofo Martin Heidegger, o poeta Ezra Pound e o prémio nobel da literatura Rabindranath Tagore.

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