Libertação da Peste

de António Osório
Editor: Gótica, abril de 2002 ‧
Em "Libertação da Peste", António Osório, que agora comemora 30 anos sobre o lançamento do seu primeiro livro, "A Raiz Afectuosa" (disponível no 1º vol. Da sua obra poética, na mesma editora), junta poemas e alguns textos em prosa, de carácter ensaístico. O poeta falava assim deste seu novo livro ao JL (17/4/02): "Além de outras vivências e evocações, como a de António Sérgio e Montale, avulta neste levro a 'Grécia Secreta', da qual Orfeu é um dos heróis fundadores. Ressoam a voz e os hinos de Orfeu, cuja cabeça arrastada pelo mar, não sofreu nenhuma das 'marcas infamantes da morte'; pelo contrário, resplandecia e cantava. Também se ouvem os poetas gregos, na maioria anónimos, que escreviam epitáfios inscritos nas pedras dos túmulos, e cujos versos constituem um capítulo inestimável da poesia dita 'primitiva'. Ao nosso mundo desapiedado regressa assim, com pena, essa poesia - das antiquíssimas trovas portuguesas às suas correspondentes brasileiras, dos lamentos dos índios americanos aos cantos amorosos de esquimós, de senegaleses, de tantos mais. A poesia liberta da peste do tempo, porque é a palavra inapagável que se aproxima e purifica os homens, os de ontem, de hoje, de sempre."

Libertação da Peste

de António Osório

Propriedade Descrição
ISBN: 9789727920495
Editor: Gótica
Data de Lançamento: abril de 2002
Idioma: Português
Dimensões: 208 x 129 x 10 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 120
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Poesia
EAN: 9789727920495
Idade Mínima Recomendada: Não aplicável

SOBRE O AUTOR

António Osório

Nasceu em Setúbal em 1933, filho de pai português e mãe italiana. O poeta e ensaísta, licenciado em Direito, exerceu atividade como advogado em Lisboa. Foi bastonário da Ordem dos Advogados e presidente da Associação Portuguesa para o Direito do Ambiente. Pertenceu, desde 1999, à Academia de Ciências de Lisboa, secção de Letras. Foi unanimemente considerado pela crítica uma das vozes mais consistentes da poesia portuguesa contemporânea. Faleceu em 18 de novembro de 2021.

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