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Levar às Mãos o Lume

de Fernando Fitas
Editor: Lema d`Origem, abril de 2024 ‧
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«Levar às Mãos o Lume reúne um conjunto de poemas escritos há sete/oito anos, os quais, pela sua natureza, não cabiam em nenhum dos livros entretanto publicados pelo autor, designadamente por se tratar de textos que visam denunciar arbitrariedades e injustiças que para além de nos ferirem a vista, nos ferem sobretudo a alma.
Ora, se a poesia é uma arma (e, em alguns caos, é) a publicação deste conjunto de poemas, constitui um meio de colocar a poesia e o discurso poético ao serviço das causas, princípios e valores que estiveram na génese da conquista da Liberdade e da Democracia e que alguns com a complacência de uns e a conivência de outros, hoje descaradamente afrontam.»

In Nota de Abertura

Levar às Mãos o Lume

de Fernando Fitas

Propriedade Descrição
ISBN: 9789899114807
Editor: Lema d`Origem
Data de Lançamento: abril de 2024
Idioma: Português
Dimensões: 142 x 180 x 6 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 88
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Poesia
EAN: 9789899114807

SOBRE O AUTOR

Fernando Fitas

Fernando Fitas, jornalista e poeta. Trabalhou em vários jornais de âmbito nacional, nomeadamente em O Século, 24Horas e Tal & Qual.
Fundador e diretor do quinzenário Outra Banda e chefe de redação do Notícias de Almada, colaborou ainda em diversos periódicos regionais de norte a sul de Portugal, assim como numa das rádios locais do Concelho do Seixal, assumindo a responsabilidade pela emissão de programas culturais durante vários anos.
No domínio da poesia tem várias obras distinguidas com prémios literários.
Entre eles, o Prémio Agostinho Neto (União de Sindicatos do Porto/CGPT, 1999); Prémio de Poesia Cidade de Moura (1999), Prémio Literário Raul de Carvalho (2000); Prémio de Poesia e Ficção de Almada (2003 e 2014), Prémio de Poesia Cidade Ourense (Galiza), 2017.
Venceu ainda os Prémios de Poesia Tito Olívio, 2019, Manuel Maria Barbosa du Bocage, 2020, Prémio Internacional de Poesia António Salvado (2021), Prémio de Poesia Joaquim Pessoa (2022) e Prémio Literário Carlos Carranca.
A sua escrita estende-se da reportagem à ficção, passando pela investigação histórica e recolha oral no Concelho do Seixal.
Autor das obras "Canto Amargo"; "Amor Maltês"; "Cantos de Baixo"; "Silêncio Vigiado"; "Mar da Palha - reportagens"; "Histórias Associativas – Memórias da Nossa Memória"; cujo terceiro volume foi editado em 2019; "A Casa dos Afectos"; "O Ressoar das Águas"; "O Saciar das Aves"; "Alma d'Escrita–Reportagens"; "Alforge de Heranças"; "Escrevo Um Verso na Água"; "Subversiva Liturgia das Mãos", "Olhar o assombro no êxtase da luz", "O vidro desabitado", "Elegia dos Pássaros", "Um corpo sob o pó" e "A clandestina idade dos pequenos segredos".
Alguns dos seus trabalhos poéticos estão traduzidos para Castelhano, Mirandês, Italiano e Inglês.

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